Programa Labirinto

20 de Abril de 2011, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

Essa não esperava ! Pra quem não sabe, na radio USP em 1994 e 1995 passava um programa de histórias fantásticas chamado "Labirinto". Todas as tardes as 12:00 h cravado eu estava com o rádio mais próximo disponível ouvindo o programa.

E não é que a net me retorna um site onde os autores do programa disponibilizaram as histórias nesse blog:

 

Prisioneiros da imaginação

pra mina felicidade e nostalgia.

Quem puder dar uma força ao pessoal com comentários e avaliação, quem sabe eles tenham ânimo pra lançarem um podcast com mais histórias ?

 

 



Apologética Prática

25 de Fevereiro de 2011, por Desconhecido - 55 comentários

Apologética prática: geralmente alguns me taxam de ‘criacionista’ (o que não sou), e quando são cristãos me taxam de liberal (o que também não sou), sou liberal no sentido mais ou menos político. Agora na minha vida ninguém me taxou de homofóbico, porque eu não sou, e tenho diversos colegas que são homossexuais, e eu os respeito.

A minha questão aqui é: alguns cristãos, ou teístas de forma geral, achar que nós queremos acabar com o homossexualismo, nós não queremos isso. Se algumas pessoas querem ser homossexuais podem ser, eu os respeito por isso, e não vou descriminá-los. Eles não devem ser descriminados.

Agora me perguntem, o que então eu defendo, e tenho defendido? O que defendo é que não podem tirar o meu direito de dizer para meu filho que “não concordamos com as práticas homossexuais”. Eu não descrimino, mas posso discordar (isso acontece com a maioria das pessoas, em relação aos mais diversos assuntos). Pois, me perdoe, mas ser homossexual não é a mesma coisa que ser branco ou negro, é realmente mudar seu ritmo e estilo de vida sexual, você vai “trocar” as coisas, que habitualmente acreditamos não precisar trocar, ou para alguns, que é absurdo esta “troca”.

Para a mesma coisa, a suposta guerra Ciência vs Religião – esta guerra, de fato, não existe (o que existe são entendimentos fracos e ruins, de ambos os lados: ateus e teístas). E, se existe, se deve à alguns cristãos um tanto quando, me perdoe o termo, “burros”. E, porque? Bem, depois da reforma o nível teológico de certa maneira diminuiu, quer dizer, o crescimento teológico diminuiu. Mas, depois de um tempo, tanto nos reformados quanto no catolicismo voltou-se as velhas e boas práticas teológicas – o que os quatro cavaleiros chamam de ‘teologia sofisticada’.

Entretanto, depois de um tempo, saiu de dentro da reforma algumas coisas bizarras, como o pentecostalismo-físico (acredita-se que Deus se manifesta e obriga a pessoa a fazer movimentos estranhos).

E com essas práticas, acreditavam que não precisavam da teologia, mas só do Espírito Santo para ler as escrituras. E, vou afirmar, é absurdo dizer isso, sem método histórico, hermenêutico, e exegético, não há como fazer uma boa interpretação bíblica. Ou seja, antes de afirmar qualquer inspiração do Espirito Santo, use o intelecto – use o método.

Dessa forma, em certa medida, tanto ateus, como teístas, tem responsabilidades intelectuais, e devo admitir, talvez pelo nível econômico e social das pessoas, elas não estão tão preocupadas com os assuntos e a *vida do espírito.

Ora, em relação ao homossexualismo a posição dos cristãos devem ficar clara  - política, e questão de liberdade de expressão e opinião; ou seja, devemos ser também contra a homofobia, no sentido, mais razoável da palavra. Em relação a vida do espírito também – nós cristãos temos responsabilidades, porque já passou da hora, de darmos a “razão de nossa fé” (ou seja, razão, não apenas o lado que nos “comove” a isso).

E, por apologética prática quero dizer, que em certos casos pastores acreditam que devem chegar e “evangelizar” (naquele sentido mais fraco teologicamente), e não se **COMPORTAR como alguém decente e racional. No dia a dia, há determinados momentos que são cruciais, não para para “ganhar alguém”, mas para simplesmente dizer e MOSTRAR “nós não somos como a maioria pensa”.

 

*Por vida do espírito, quero dizer apenas, e somente apenas, o estudo e a contemplação da verdade e do conhecimento, no sentido de mediação entre nós seres humanos, e a infinitude.

**Por comportar quero dizer no sentido de simplesmente se portar bem diante de pessoas que possuí um vida intelectual melhor, e não chegar, desde já, já falando asneiras e besteiras em nome de algo que, talvez, tal, não conheça direito. O conhecimento acaba sendo indispensável para aqueles que dizem serem “representantes”; ou seja, devem conhecer bem aquilo que representam. E, não é só o Espírito Santo que dá isso – a responsabilidade é nossa não da parte de Deus.

NOTA: sei que haverá católicos que talvez critiquem o meu texto, mas, talvez eu esteja interessado não exatamente em católicos ou reformados, mas em pessoas que possuem determinado comportamento caracterizado por irracionalidade.

Autor\Editor: Paulo J. de Oliveira

 

Fonte: Apologética prática | teismo.net



Ciência não é contra religião

6 de Fevereiro de 2011, por Desconhecido - 88 comentários

Slogan da campanha

 

Lemaitre

 

Gregor Mendel

 

Ronald Fisher

 

Blaise Pascal

 

Francis Collins

 

Lembrando que a idéia aqui, não é causar proselitismo religioso, mas sim, mostrar que a criação científica não é afetada pelas crenças do cientista e vice-versa.

De fato, o atraso científico só pode ser causado pela falta de pragmatismo de uma época ou grupo, mas que não pode ser aplicado a indivíduos como regra.

 

Fonte: "Ciência não é contra religião"



Manifesto em defesa da liberdade de expressão religiosa

19 de Novembro de 2010, por Desconhecido - 1111 comentários

Abaixo está o manifesto da Universidade Mackenzie tratando dos ataques feitos pelos gayzistas contra a liberdade de expressão e de consciência religiosa. Vários blogs já publicaram este manifesto, que reproduzo aqui:

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.



Cientista cristão do mês

1 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

William Daniels Phillips é um físico, ganhador do prêmio Nobel de Física de 1997 juntamente com Steven Chu e Claude Cohen-Tannoudji¹ 

William Phillips

Doutor em Física pelo MIT ( Instituto de Tecnologia da Califórnia ), foi laureado pelo Nobel de Física pela pequisa em resfriamento e aprisionamento de átomos por lasers.

Em 2008 apresentou um seminário sobre ciência e religião na Igreja Luterana da cidade de Mclean, no estado de Virgínia nos Estados Unidos, onde declarou: 

"Para mim, da minha crença religiosa e o desejo de explorar as coisas de investigação científica e para explorar as coisas, há muitas semelhanças entre eles. Como um cientista e um cristão, eu me sinto muito confortável."

 

Referências

  1. "Nobel Prize Winner 'Says God and Science Can Coexist' " - associatedcontent.com
  2. Nobel Prize of 1997 - Phillips
  3. Wikipédia - William Daniel Phillips
¹ Cohen-Tannoudji escreveu um livro didático sobre quântica bem conhecido, "Quantum Mechanics".