Um pouco de tudo, inclusive de mim mesma. Nem tudo vai agradar, mas essa sou eu e as coisas que me cercam. Eu mudei muito, mas e dai? Minha cara e o meu nome continuam a mesma coisa, me interessa fazer o que acredito ser o certo. Ter opinião diferente não obriga ninguém a brigar com ninguém, cada um é livre para pensar, falar e agir como quiser de acordo com o que acredita ser certo. Cada um é responsável pelas consequencias de suas próprias palavras, pensamentos e ações.

Benefícios do suco de uva

28 de Maio de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

suco de uva [...] oferece uma variedade de benefícios para a saúde. Entre os responsáveis por essas propriedades positivas estão os bioflavonoides, os taninos, diversas vitaminas, minerais e o resveratrol — substância presente na casca da uva que protege o alimento contra o ataque de fungos.

suco integral de uva é um ótimo aliado da saúde em todas as fases da vida. Ao contrário dos produtos industrializados e vendidos em caixas, ele é elaborado utilizando a fruta inteira, incluindo casca e semente. Isso garante que todas as propriedades serão aproveitadas e estarão presentes no líquido. 

[...]

1. Retarda o envelhecimento

Quando comemos qualquer alimento, o processo de digestão libera radicais livres, que podem danificar as células, dando-lhes uma aparência envelhecida. Assim, elas são eliminadas pelo sistema imunológico.

resveratrol presente no suco da uva age no organismo reparando as células e combatendo os radicais livres. Com isso, a substância retarda o envelhecimento da pele, além de melhorar e aumentar a expectativa de vida.

2. Apresenta propriedades emagrecedoras

Um copo de suco de uva integral tem aproximadamente 140 kcal. Apesar de apresentar alto valor calórico, a bebida é rica em antioxidantes e anti-inflamatórios que estimulam as células a não armazenar gordura.

Os nutrientes presentes no suco também ajudam a acelerar o metabolismo. Isso auxilia o processo de perda de massa corporal e, consequentemente, reduz a circunferência abdominal.

3. Funciona como antidepressivo natural

uva apresenta altas concentrações de vitamina B. Por isso, o suco é indicado para afastar o mau humor, atuando como um antidepressivo natural e ajudando a regular as atividades do sistema nervoso.

Outra vantagem é o seu poder revitalizante, capaz de amenizar os efeitos da insônia e da ansiedade. A fruta também é diurética e estimula o funcionamento do fígado, sendo uma excelente opção para diminuir a sensação desagradável da ressaca.

4. Previne o Alzheimer

Além das ações que já mencionamos, o resveratrol também consegue proteger as células cerebrais e ajudar no transporte de oxigênio para o cérebro, beneficiando todas as funções cognitivas. A substância age na ativação da memória, combatendo o desenvolvimento do Mal de Alzheimer. Ainda, o elemento previne a demência e outras doenças degenerativas. Isso melhora a saúde mental e proporciona uma melhor qualidade de vida.

5. Ajuda a saúde cardiovascular

As substâncias presentes no suco de uva são vasodilatadoras e diminuem o risco de sangramentos e hemorragias. Suas características antioxidantes beneficiam o fluxo de sangue no corpo e apresentam dois efeitos protetores do sistema cardiovascular.

O primeiro é a dilatação das artérias, que facilita o fluxo sanguíneo em todo o organismo. Essa reação é benéfica principalmente quando há obstrução da artéria coronária. O segundo está relacionado à agregação plaquetária, capaz de proteger contra sangramentos, especialmente no caso de cortes.

Por que o suco de uva faz tão bem?

suco de uva, no entanto, não traz esses benefícios por conta própria. [...] Para entender melhor, veja agora quais são os componentes que geram bons efeitos no organismo.

Resveratrol

resveratrol é um polifenol e tem mais funções além das já abordadas nos tópicos anteriores. Ao mesmo tempo em que repara células, enfrenta os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento, transporta oxigênio e protege células cerebrais, essa substância tem impacto nos músculos e ajuda a diminuir a fadiga.

Pesquisas apontam que também atua no sistema hormonal e pode ainda contribuir para a regulação da glicemia e trabalhar na melhor absorção da gordura pelo corpo, auxiliando na redução do colesterol LDL (considerado o colesterol “ruim”) e no aumento do HDL, o tipo “bom”.

Vitaminas

Além da vitamina B, que tem papel no combate à depressão, a uva também carrega quantidades consideráveis das vitaminas A, C, E e K. Esses micronutrientes são essenciais para o funcionamento do nosso corpo e cada um deles é valioso, pois vai participar de uma grande variedade de sistemas e processos.

vitamina A é importante para a renovação celular, para a visão e para a formação e preservação dos dentes, entre outras funções. Enquanto isso, a do tipo E é mais um relevante antioxidante e participa da cicatrização e da formação de hormônios, impactando a fertilidade.

Enquanto isso, a do tipo C é considerada fundamental para o funcionamento do sistema imunológico, protegendo o organismo contra todas as doenças. Ela ainda melhora a absorção do ferro presente em outros alimentos. Já a K trabalha a favor da circulação e da coagulação do sangue, levando benefícios para o sistema circulatório e o funcionamento do coração.

Magnésio

Também está presente no interior das uvas o magnésio. Esse mineral tem várias tarefas no corpo humano. Ele atua nos nossos músculos de forma geral, inclusive no coração e nos vasos sanguíneos. Ao agir nas contrações musculares, ele relaxa o útero e diminui as cólicas menstruais.

Sem descansar, o magnésio tem ação antioxidante e combate os radicais livres, envolve-se no processamento dos carboidratos e participa da saúde óssea. Por último, a presença desse nutriente na quantidade correta colabora para reduzir o nível de glicose no sangue, que a médio e longo prazo pode levar a um quadro de diabetes.

Fonte: https://blog.famigliavalduga.com.br/conheca-beneficios-do-suco-integral-de-uva-para-a-prevencao-de-doencas/



Suco de uva é melhor que vinho

28 de Maio de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

O produto pode ser encontrado em supermercados e geralmente é comercializado em garrafas de vidro (fique atenta para o rótulo, que deve indicar que o suco é realmente integral, orgânico e deve ser tinto, tendo cor roxa bem escura). “Ele é diferente do suco de uva em caixa, primeiro porque ele leva a uva integralmente, com casca e semente. Além disso, o líquido passa por um processo onde tem sua temperatura elevada a cerca de 80°C, produzindo assim mais moléculas antioxidantes”, explica a nutricionista Flávia Cyfer.

Justamente por isso é que ele auxilia no emagrecimento. “Um copo de suco de uva integral tem mais ou menos 140 kcal. Já um copo de suco light de caixinha pode apresentar apenas 70 kcal. Se você fizer essa comparação, o de caixa engorda menos, porém, seus aditivos químicos e conservantes geram inflamação e intoxicam as células, o que faz o metabolismo ficar mais lento e ajuda a ganhar gordura”, esclarece a especialista, que frisa que o suco integral rico em antioxidantes e anti-inflamatórios tem efeito contrário: estimula a célula para não gerar gordura.

Você já deve ter ouvido falar que beber uma taça de vinho diariamente faz bem ao coração. É verdade, já que o vinho contém resveratrol, um antioxidante excelente para a nossa saúde. O porém é que o vinho também tem álcool, inimigo número um de qualquer dieta.

Mas, na verdade, essa substância está presente na casca da uva, por isso, o suco de uva integral também apresenta os benefícios do vinho, sem o malefício de ser uma bebida alcoólica. “O resveratrol é como um antifúngico produzido pela fruta para combater fungos e pragas que podem atacá-la. Além de defendê-la, ele também faz muito bem para nós, protegendo o coração e as artérias”, conta Flávia.

Fonte: https://cidadeverde.com/noticias/208732/suco-de-uva-integral-e-mais-benefico-que-o-vinho

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Atualmente é muito difundido que consumir uma quantidade moderada de vinho por dia, proporciona diversos benefícios à saúde. Mas, você já ouviu falar nos proveitos que pode tirar do suco de uva integral?

Assim como no caso do vinho, essa bebida — que pode ser aproveitada por todos e sem restrições considerando as idades — também conta com propriedades bastante semelhantes e capazes de trazer ganhos importantes ao organismo.

Facilmente encontrado em supermercados, esse item que agrada à maioria das pessoas pode ser uma prazerosa opção para combater doenças cardíacas, reduzir o cansaço e auxiliar no emagrecimento.

Os antioxidantes atuam na prevenção da aterosclerose (formação de placas de gordura nas artérias), redução do mau colesterol (LDL), diminuição da pressão arterial e melhora da função dos vasos sanguíneos.

Igualmente, o suco de uva integral é tão rico em antioxidantes quanto o vinho, pois os compostos fenólicos responsáveis por tantos benefícios à saúde estão presentes na casca das uvas escuras, como as encontradas nas produções do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.

suco de uva integral (assim como a uva e as folhas das parreiras) é um grande estimulante das funções hepáticas, sendo utilizado como base para a formulação de remédios para doenças no fígado.

Por combater a acidez sanguínea, essa bebida também é indicada às pessoas com problemas de excesso de consumo de carne. O suco da uva é um estimulante digestivo natural e valioso, uma vez que acelera o metabolismo e elimina o ácido úrico do organismo.

Além disso, ele ainda ajuda a restabelecer o equilíbrio ácido-alcalino nas funções do corpo, ação necessária para um fornecimento de energia de maneira constante e prolongada. O resveratrol, outro antioxidante presente na casca da uva tinta, tem a capacidade de ativar um conjunto de proteínas responsáveis por reparar as células, prevenindo o envelhecimento.

Contudo, é importante fazer uma distinção entre suco integral e suco de caixinha. Embora um copo do suco de caixinha tenha cerca de 70 kcal contra 120 kcal do suco integral, o primeiro conta com diversos aditivos e conservantes que podem fazer com que o metabolismo fique mais lento.

Logo, fica claro: apenas o suco de uva integral é capaz de fornecer todos os benefícios citados acima ao organismo, pois ele possui apenas o real néctar da uva e, em sua maioria, não contém adição de açúcares.

Fonte: https://blog.famigliavalduga.com.br/vinho-e-suco-de-uva-integral-entenda-as-semelhancas-e-beneficios/



Alimentos energéticos

28 de Abril de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca - 0sem comentários ainda

Aqui vai uma lista de três produtos energéticos que podem ser incluídos com moderação na alimentação.

Chocolate

O chocolate consiste de 8% de proteínas, 60% de carboidratos e de 30% de gorduras. Como se pode ver, a quantidade de gorduras se encontra num limite superior ao que é desejável para um alimento. Isso pode ser traduzido em altas calorias, por exemplo, uma barra de chocolate de 100 g fornece 520 calorias. Os menos calóricos são o amargo e o meio amargo, seguidos pelo ao leite e, por último, o chocolate branco. Para não engordar, o recomendado é ingerir apenas 25 a 30 g ao dia, no máximo três vezes por semana.

Essa gordura ou manteiga de cacau é essencialmente saturada e não conduz a um aumento dos níveis de colesterol.

Mas, o chocolate também fornece minerais (potássio, cloro, fósforo, cálcio, sódio, magnésio, ferro, cobre e zinco) e vitaminas (A, B1, B2, B3 e E, só não contém as vitaminas C e D). É por isso que ele é usado como porção alimentar de soldados e exploradores em situações de emergência.

Existem mais de 300 substâncias químicas no chocolate, porém, há três substâncias especiais que queremos chamar a atenção. Elas não são nutritivas, mas nos afetam e estão intimamente relacionadas com as indagações feitas anteriormente, como a dúvida se o chocolate realmente vicia.

As três substâncias são: feniletilamina, ácido oxálico e cafeína.

  • Feniletilamina (PEA, do inglês Phenylethylamine):

Essa é a substância responsável por provocar a sensação de bem-estar em nosso cérebro, pois ela pode acionar a liberação de dopamina, substância química do cérebro que causa a sensação de felicidade.

É verdade que o chocolate pode causar enxaqueca em algumas pessoas e isso se deve a essa substância, porque ela constringe as paredes dos vasos sanguíneos do cérebro. O corpo humano possui uma enzima (monoamina oxidase) que elimina a PEA, quando o corpo da pessoa não consegue produzir uma quantidade suficiente dessa enzima para evitar o aumento de PEA no organismo, há a enxaqueca.

  • Ácido oxálico:

Em cada 100 g de cacau há 500 mg dessa substância. Ela está presente em muitos outros alimentos como o ruibarbo. Se ingerido em doses acima de 1500 mg, ele pode até matar. O ácido oxálico reage com os metais essenciais como o ferro, o magnésio e o cálcio, presentes no alimento e impede que eles nutram o corpo.

O ácido oxálico mata pela diminuição abaixo do nível tolerado de cálcio em nosso organismo.

Mesmo em doses não letais, o ácido oxálico é perigoso porque ele forma oxalato de cálcio, que é insolúvel, que pode crescer na forma de pedras dolorosas na bexiga e nos rins.

  • Cafeína:

O chocolate contém um pouco de cafeína que dá a sensação de recuperarmos nossas energias e também possui efeitos medicinais.

É interessante notar que, embora o chocolate contenha várias substâncias ativas, [ele não] vicia.

FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. "Composição química do chocolate"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/composicao-quimica-chocolate.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.

 

Chocolate no organismo

Ao leite, amargo, branco ou crocante. Independentemente do tipo, o chocolate é, sem dúvidas, um dos alimentos mais amados e consumidos no mundo. Produzido a partir do cacau, esse alimento possui alto teor energético e é o grande vilão de muitas dietas.

Apesar de ser calórico e possuir grande quantidade de gordura saturada e açúcares, está comprovado que o chocolate pode trazer benefícios à saúde. Entretanto, assim como qualquer outro alimento, deve haver moderação em seu consumo.

O chocolate apresenta polifenóis, tais como os flavonoides, que possuem propriedades antioxidantes e, portanto, causam benefícios ao sistema cardiovascular. Dentre esses benefícios, destacam-se a redução da oxidação do LDL (mau colesterol), inibição da agregação plaquetária e diminuição da resposta inflamatória, o que diminui o risco de formação de placa de gordura nos vasos sanguíneos. Além disso, os flavonoides provocam redução da resistência à insulina, aumento do fluxo sanguíneo e redução da pressão arterial.

Estudos também revelam que o chocolate é importante para a prevenção do câncer de intestino. Graças à sua ação antioxidante, ele protege as células de uma possível degeneração. O chocolate também protege as células nervosas, ameniza danos de um AVC e relaciona-se com a diminuição do risco de pré-eclâmpsia.

Além desses benefícios, podemos citar a melhora no quadro de humor de quem consome chocolate. Esse alimento apresenta em sua composição o aminoácido triptofano, responsável por estimular a ativação da serotonina e da dopamina, que estão relacionadas, além da melhora do humor, com a diminuição da depressão e da ansiedade. O chocolate também estimula a liberação de endorfina no cérebro, que proporciona sensação de prazer e aumenta a disposição mental.

Todavia, o chocolate pode trazer também alguns malefícios. Em algumas pessoas, sua ingestão pode provocar enxaqueca e alguns problemas gastrointestinais, como a diarreia. Seu consumo frequente também pode levar a quadros de sobrepeso e diabetes, em razão, principalmente, da quantidade de gorduras e açúcar.

É importante destacar que existem diferenças entre os tipos de chocolate em relação às substâncias que os compõem. Sendo assim, alguns são mais benéficos que outros. O chocolate amargo, por exemplo, apresenta maior quantidade de polifenóis quando comparado aos outros tipos, por isso, traz mais benefícios. Já o chocolate branco, que não é feito da semente do cacau, e sim da manteiga de cacau, é bastante prejudicial, uma vez que é rico em gordura e açúcar.

Dessa forma, o recomendado é que sejam mais ingeridos aqueles chocolates que possuem uma maior quantidade de cacau, como o amargo e o meio amargo. Vale destacar que o consumo deve ser feito com moderação, pois a ingestão exagerada pode provocar danos, sendo indicado o consumo de apenas 30g por dia.

Curiosidade: Muitas pessoas optam por ingerir o chocolate “diet” como uma forma de “manter a dieta”. Entretanto, esse chocolate apresenta grande quantidade de calorias, diferenciando-se apenas por não possuir açúcares. Sendo assim, ele é recomendado apenas para diabéticos. Para aqueles que desejam ingerir menos calorias, o ideal é o chocolate light.

SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Chocolate no organismo"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/pascoa/o-chocolate-no-organismo.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.

 

Erva-Mate

O principal destaque na composição da erva-mate é a presença de alcalóides, como a teofilina e a teobromina, mas, especialmente a cafeína.

A bebida é um estimulante para o sistema nervoso central. Assim, naturalmente amplifica o vigor e a capacidade de desenvolver as atividades físicas e mentais. A vantagem é o efeito prolongado desse estimulante, sem que ocorram efeitos colaterais indesejados, como insônia e irritabilidade.

O consumo da erva contribui para o sistema digestivo. Seus componentes auxiliam na digestão e produzem efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante.

Estão entre os compostos da erva-mate os polifenóis, responsáveis por transmitir características como cor e sabor para alimentos e bebidas derivados de plantas. Segundo estudos recentes, os polifenóis têm importante ação antioxidante e são capazes de combater o envelhecimento das células e contribuir para prevenção de diabetes e doenças cardiovasculares.

A erva-mate é rica em flavonóides, um grupo de compostos químicos encontrados naturalmente em certas frutas, vegetais, chás, vinhos, nozes, sementes e raízes. Os flavonóides não são considerados vitaminas, mas tem funções nutricionais descritas como modificadores de resposta biológica; a maioria atua como antioxidante.

Composição:

  • Polifenóis: Flavonóides, em geral, constituem de 20% à 30% da composição da erva-mate e conferem o gosto adstrigente ao mate;

  • Alcalóides: a cafeína, teofilina e teobromina são três alcalóides, os compostos mais interessantes sob o ponto de vista terapêutico;

  • Taninos: Responsáveis pela adstringência ou aroma da erva-mate;

  • Aminoácidos;

  • Vitaminas: C, B1, B2, ácido nicotínico, A, ácido fólico e derivados do ácido pantotênico;

  • Componentes Minerais;

  • Outros: Saponinas, lipídios, proteína e enzimas;

"Propriedades da erva-mate”. Disponível em: http://www.ervamatemazutti.com.br/ propriedades-da-erva-mate/ . Acesso em 28 de abril de 2020.

Constituintes:

Polifenóis – Os flavonóides constituem 20-30% da composição da erva mate, são solúveis em água, incolores. Responsáveis pelo gosto adstringente do mate. Sabe-se que a qualidade da erva mate beneficiada é positivamente correlacionada com a concentração de flavonóides; quando este é alto confere excelentes características químicas à erva mate. Os principais flavonóides encontrados na erva mate são a rutina, a quercetina-3 e o canferol-3-rutinosídeo.

Alcalóides: Cafeína, teofilina e teobromina são os três alcalóides estreitamente relacionados encontrados na erva mate.

Taninos: A presença de substâncias tânicas confere adstringência (aroma) da erva-mate.

Aminoácidos: Os aminoácidos que podem aparecer na erva-mate são o ácido aspártico, ácido glutâmico, glicina, alanina, triptofano, cistina, arginina, histidia, lisina, tirosina, valina, leucina, isoleucina, treonina, metionina e asparagina.

Saponinas: São substâncias glicosídeas com a propriedade de provocar, em soluções aquosas, a formação de espumas.

Clorofila: É responsável pela coloração da erva-mate durante seu processamento.

Carotenóides: Constituem apenas 0,03 a 0,06% da erva-mate, mas são importantes na formação do aroma.

Lipídios: A presença de ácidos graxos insaturados derivados dos fosfolípidios é significativa na geração do aroma da erva mate.(2)

Erva-Mate”; Fármacia Verde. Disponível em: http://www.uniarp.edu.br/farmacia_verde/ plantas/20 . Acesso em 28 de abril de 2020.

 

Guaraná

Guaraná é o fruto de uma espécie de liana nativa da região amazônica pertencente à família Sapindaceae cuja semente é utilizada para produção do guaraná em pó e xarope. Sua etimologia é derivada da palavra indígena “wara’ná” que significa árvore que sobe em outra.

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) faz a estimativa da produção de sementes de guaraná no país. Aproximadamente 70% do total da produção é absorvida pela indústria de refrigerantes e os 30% restantes abastecem o mercado interno e externo, na forma de pó, bastão, extrato e xarope. O pó de guaraná é utilizado na medicina popular como dietético alimentar, estimulante orgânico (por conter cafeína), analgésico, antipirético, antifermentativo, diurético, antioxidante, tônico vascular e considerado como elixir de longa vida. A cafeína, um dos compostos químicos do guaraná, é uma substância psicoativa, um alcaloide derivado metilado de bases purínicas, identificado com a estrutura 1,3,7-trimetilxantina, está presente nas sementes do guaraná e em outras cerca de 63 espécies de plantas. A investigação científica aponta para resultados positivos sobre os possíveis efeitos da ingestão de guaraná. Os resultados estão relacionados a uma melhora nos casos de doenças metabólicas cardiovasculares, ligadas ao metabolismo lipídico e oxidação de proteína de alta densidade, a atividade biológica antioxidante dos polissacarídeos, o efeito protetivo em fibroblaste NIH-3T3 e a melhoria de pacientes com câncer no seio submetidos a tratamento quimioterápicos.

Os extratos do guaraná e seu uso corrente como bebida e outras formas de consumo são considerados benéficos para a saúde humana. No entanto, em doses elevadas podem causar efeito citotóxicos. Doses de até 20 mg/mL do extrato de guaraná apresentam menores impactos sobre a viabilidade das células da linhagem NIH3T3, indicando menor toxicidade nesta faixa de doses.

 

InfoEscola. Disponível em: https://www.infoescola.com/plantas/guarana/ . Acesso em 28 de abril de 2020.

 

Guaraná em pó

A Paullinia cupana é uma planta encontrada no Brasil, Venezuela e Guianas. Seu fruto, conhecido popularmente como guaraná, recebeu este nome em homenagem aos índios guaranis. Este fruto, ao passar por processo de secagem, pode ser triturado, moído ou pilado, se transformando em um pó de aspecto marrom e sabor amargo. Este, que contém maiores concentrações de cafeína que o próprio café, também contém teobromina, esta de propriedades semelhantes às da cafeína, porém mais brandas.

Estimulando a liberação de dopamina e adrenalina na circulação sanguínea, o pó de guaraná é empregado para conferir vigor e retirar o sono, sendo amplamente utilizado por estudantes e profissionais que enfrentam grandes jornadas de trabalho. Previne também cãibras, enxaquecas, problemas gastrointestinais e até mesmo a arteriosclerose.

Além de cafeína e teobromina, o pó de guaraná contém fibras vegetais, amido, ácido tânico, cálcio, ferro, fósforo, potássio, tiamina e vitamina A.

Importante: como seus efeitos duram aproximadamente seis horas, o ideal é que se ingira o guaraná em pó pela manhã, a fim de não perturbar o sono noturno. Quanto a este fator, existe o risco do indivíduo, ao ter o sono comprometido, ingerir nova quantidade pela manhã, em busca de um vigor que não foi recuperado à noite. Assim, tal atitude pode se tornar uma constante no dia a dia do sujeito, propiciando um quadro de dependência física e psicológica, apresentando ao indivíduo irritabilidade e dor de cabeça quando não há o consumo do guaraná.

ARAGUAIA, Mariana. “Guaraná em pó”; Mundo Educação. Disponível em: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/saude-bem-estar/guarana-po.htm . Acesso em 28 de abril de 2020.

 

Guaraná contra o estresse

A mais conhecida planta nativa da Amazônia, o guaraná é um poderoso estimulante natural e pode ser utilizado também em molhos de receitas salgadas.

Sua ação energética não é lenda. Os índios brasileiros há centenas de anos já cultivavam a planta para ganhar energia e lucidez. Hoje sabe-se que a planta aumenta o entusiasmo, alivia o cansaço físico e mental, combate o estresse, tem ação cardiocirculatória (previne a arteriosclerose e regula o ritmo cardíaco), corrige distúrbios gastrointestinais, tem efeito diurético (elimina impurezas) e ainda é afrodisíaca.

Tudo isso por causa da composição das sementes do guaraná, que contêm cafeína, amido, ácido tânico (indicado para combater enxaquecas), fibra vegetal, cálcio, ferro, fósforo, potássio e vitamina A.

Mas, pelo alto teor de cafeína, substância que age sobre o sistema nervoso e as fibras musculares, o guaraná deve ser consumido com moderação. "A cafeína em altas doses pode provocar insônia, ansiedade, prejuízo de memória, arritmias cardíacas e danos gástricos", explica a nutricionista Ana Paola Monegaglia.

O alerta é dirigido especialmente a quem tem problema cardíaco ou sofre de hipertensão. O cardiologista Raimundo Marques, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia, enfatiza que, para essas pessoas, o consumo de guaraná em pó ou do extrato da planta é totalmente proibido. "O guaraná provoca aumento da freqüência cardíaca e da quantidade de substâncias que levam à constrição das artérias", diz.

Para aproveitar as propriedades do guaraná sem sofrer os efeitos colaterais, o ideal é não ingerir mais do que 0,5 g do pó ou uma cápsula do extrato por dia. "Além de aumentar a pressão e os batimentos cardíacos, mais do que isso pode provocar dependência química", avisa Marques.

Quanto ao refrigerante de guaraná, não há motivos para preocupação: a bebida contém cerca de 1% do extrato da planta, quantidade que não é suficiente para provocar o efeito estimulante.

LUANDA NERA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Guaraná contra o estresse”; Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: http://www.cardiol.br/imprensa/jornais/impresso/guarana.htm . Acesso em 28 de abril de 2020.



Riscos do café, energéticos, chá-preto e chá-verde

28 de Abril de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Química da Cafeína

A cafeína é um alcaloide, mais especificamente do grupo das xantinas, e é encontrada principalmente no café, no chá-preto[da mesma planta do chá-verde], na erva-mate, em refrigerante de cola e no chocolate.

cafeína é um composto orgânico da família dos alcaloides. Os alcaloides, por sua vez, são aminas cíclicas que apresentam anéis heterocíclicos contendo nitrogênio. Além de ser um alcaloide, a cafeína é uma amida (substância que apresenta o nitrogênio ligado a um grupo carbonila). Observe a seguir a estrutura química da cafeína, cuja nomenclatura oficial é 1,3,7-trimetil-3,7-dihi­dro-1H-purina-2,6-diona.

As principais fontes de obtenção da cafeína são a semente do café(Coffea arabica) e a folha de chá-preto [e também do chá-verde](Camellia sinensis). A erva-mate (Ilex paraguariensis) e o guaraná (Paullinia cupana) também contêm cafeína, mas a sua extração ainda não é realizada nesses materiais. Além disso, pode ser encontrada no chocolate, em refrigerantes à base de cola (está presente na noz-de-cola, se­mente das árvores do gênero Cola sp., nativas das florestas da África Ocidental) e em vários produtos alimentícios, farmacêuticos e cosméticos. Como exemplos desses três últimos, podemos citar energéticos, com­primidos para gripe e creme anticelulite, respectivamente.

Ela pertence a uma classe de compostos chamada xantina, ou mais especificamente metil-xantinas, um dos estimulantes conhecidos há mais tempo; sendo que a cafeína é um dos mais potentes dessa classe.

A cafeína é estimulante do sistema nervoso central e, assim como todo alcaloide, causa dependência química, ou seja, vicia. Com as informações dadas acima, observa-se que muitas vezes as pessoas tomam café para que a cafeína atue como estimulante e elas permaneçam acordadas por mais tempo. No entanto, seu efeito, para essa finalidade, é muito passageiro, assim a pessoa aumenta as doses de café. Como a cafeína leva ao vício, a pessoa ingere cada vez mais essa substância. O consumo excessivo de cafeína pode levar até mesmo à morte, pois pode causar irritabilidade, insônia, diarreia (pois ela atua também como um diurético) e palpitações no coração. A dose letal para uma pessoa adulta de 70 kg é de 10 g (isto é o que contém 100 xícaras de café, 200 latas de refrigerante de cola e 50 kg de chocolate).

Depois de apenas cinco minutos do seu consumo, a cafeína é encontrada em todo o corpo e seus principais efeitos imediatos são o aumento do metabolismo, da concentração e da energia, relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, do trato biliar, do trato gastrintestinal e de partes do sistema vascular. Ela permanece no corpo por cerca de 3 a 6 horas, sendo metabolizada pelo fígado.

(FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. "Química da Cafeína"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/ quimica-cafeina.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.)

À base de cafeína

Ela é uma droga poderosa e socialmente aceita, além de ser saborosa; será que a Cafeína é mesmo inofensiva? Possui a propriedade de manter uma pessoa ligada por mais de três horas, sem grandes riscos e sem efeito colateral: mito ou verdade?

A cafeína é um composto químico, conhecido cientificamente por trimetilxantina de fórmula C8H10N4O2, é o principal componente do nosso famoso café. Segundo estudos, essa bebida estimula o sistema nervoso e causa efeitos como: aumento da concentração, atenção e memória.

Os efeitos da cafeína no organismo variam de pessoa para pessoa. Alguns fatores influem no resultado como a idade, o peso e a capacidade do fígado de digerir esta substância. Em média, uma xícara de café já é suficiente para deixar um adulto alerta de 3 a 6 horas.

A explicação fisiológica para este contexto provém do neurotransmissor Adenosina, esta substância produzida no cérebro é a responsável pela sensação de sono, é ela que prepara nosso corpo para o descanso ao final do dia. O que a cafeína faz é impedir a ação da Adenosina e em conseqüência disso aparecem os sintomas de alerta e perda de sono. Resumindo: no cérebro a cafeína é confundida com a Adenosina. A cafeína então ocupa o lugar da Adenosina e reverte todo o processo.

Já que a reação corre no cérebro, a cafeína pode então causar dependência? Ela age como uma droga, apesar de ser leve, mas estudos já comprovaram que pessoas que ingerem café regularmente ficam ansiosos, irritados ou com dor de cabeça se não tomarem sua dose diária. Uma quantidade superior a 500 miligramas de cafeína (o equivalente a 3 xícaras de café expresso forte) podem levar a um processo de intoxicação.

(SOUZA, Líria Alves de. "À base de cafeína"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/a-base-cafeina.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.)

Bebidas Energéticas

Bebidas energéticas, geralmente, possuem em sua composição, além de carboidratos:

- Taurina: é um aminoácido que participa de funções fisiológicas importantes, como a excreção rápida de produtos tóxicos no organismo. Não se conhece bem os efeitos de seu consumo sobre nossa saúde em longo prazo.

- Glucoronolactona: é um carboidrato que possui função desintoxicante e auxilia na metabolização de substâncias.

- Cafeína: acelera a cognição, diminuindo a fadiga e aumentando o estado de vigília.

- Inositol: esse isômero da glicose previne o acúmulo de gordura no fígado e melhora a comunicação cerebral, a memória e a inteligência.

- Vitaminas: as principais encontradas nos energéticos são a niacina, B6, B12, riboflavina e ácido pantotênico. Sua presença está relacionada à reposição das doses recomendadas.

A união desses componentes resulta em uma bebida agradável ao paladar e que proporciona energia e ausência de sono para diversas atividades: desde horas extras de estudo à maior disposição para curtir uma festa. Uma única latinha é capaz de garantir esses efeitos por até três horas, dependendo do organismo da pessoa. Assim, não é difícil compreender o porquê de seu consumo, entre 2006 e 2010, ter aumentado mais de 300%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (ABIR).

Apesar desses efeitos, os energéticos devem ser consumidos esporadicamente e com moderação, já que mascaram a fadiga do indivíduo, provocam insônia e podem aumentar significantemente a frequência cardíaca. Além disso, níveis muito elevados de cafeína podem desencadear em crises epilépticas, derrame cerebral e até mesmo morte. A bebida também é capaz de acelerar a perda de cálcio e magnésio pelo organismo, resultando em câimbras e, em longo prazo, osteoporose; e tem alto poder de provocar dependência, o que pode vir a ser um problema significativo.

Ingeridas ou misturadas juntamente com bebidas alcoólicas, essas bebidas podem provocar a desidratação, já que a cafeína e o álcool são substâncias diuréticas. Essa mistura também pode intensificar os efeitos do álcool, mas mascarando seu estado de embriaguez, já que a pessoa se sente bem menos sonolenta do que usualmente aconteceria. Isso permite com que a pessoa não tenha dificuldade em beber muito além da conta, criando uma maior tendência a comportamentos de risco.

Considerando o exposto, fica a dica: nunca consuma mais de duas latinhas de energético em um mesmo dia e evite misturar essa bebida com as alcoólicas. Caso o faça, defina anteriormente, e de forma sensata, a quantidade máxima dessas substâncias que irá tomar, e cumpra esse compromisso, ingerindo bastante água nos intervalos. Nesta situação, não dirija!
Mulheres grávidas jamais devem usar energéticos, já que tal ato pode provocar aborto espontâneo ou nascimento de bebê de baixo peso.

Curiosidade:As bebidas energéticas não cumprem o mesmo objetivo que as bebidas esportivas, também chamadas de isotônicos. Estas bebidas à base de água, sais minerais e carboidratos têm a função de repor líquidos, eletrólitos e carboidratos que costumam ser perdidos, principalmente, através do suor, durante atividades físicas intensas, como corridas competitivas.

(ARAGUAIA, Mariana. " Bebidas Energéticas"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/perigo-das-bebidas-energeticas.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.)

Aminas e Estimulantes

As aminas são obtidas através da substituição de um ou mais hidrogênio da amônia (NH3) por demais grupos orgânicos. Elas possuem em sua fórmula geral o elemento Nitrogênio, e existem muitos estimulantes que são fórmulas genéricas de aminas, como por exemplo: Cafeína, Anfetamina, Cocaína e Crack.

• As Anfetaminas pertencem a essa classe de compostos, possuem a propriedade de elevar o ânimo de quem a ingere em virtude do aumento da atividade do sistema nervoso, e ainda proporciona uma diminuição da sensação de fadiga e redução de apetite. Devido a essas atribuições ela é usada como estimulante, mas seu uso é regulado, sendo vendidas apenas como prescrição médica, pois provoca dependência.

• Uma amina que possui a propriedade de ser estimulante muito usada em nosso dia a dia é a cafeína, presente no café, no pó de guaraná e ainda em alguns refrigerantes.

• Outra substância que apresenta o grupo amina em sua estrutura é a cocaína, essa droga provém do cloridrato e possui um grande poder estimulante, a substância é extraída de um arbusto mais facilmente encontrado nas encostas dos Andes. O estímulo provocado por seu uso é caracterizado por aumento da atividade motora, euforia, loquacidade seguida de intensa depressão. Assim seu uso vai ficando cada vez mais compulsivo, e evolui de uso ocasional para a dependência em doses crescentes, o que pode levar à morte por overdose.

(SOUZA, Líria Alves de. "Aminas e Estimulantes"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/aminas-estimulantes.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.)

Alcaloides

Os alcaloides são aminas cíclicas que possuem anéis heterocíclicos contendo nitrogênio. São responsáveis pelo sabor amargo de muitas plantas e causam dependência.

Os alcaloides são um conjunto de compostos pertencentes ao grupo das aminas cíclicas, que apresentam anéis heterocíclicos contendo nitrogênio.

O nome “alcaloides” significa “semelhantes aos álcalis” e esse nome foi dado para esses compostos porque álcali significa “base” e as aminas têm esse caráter básico ou alcalino.

Os alcaloides podem ser sintetizados em laboratório, mas sua origem é vegetal. Hoje, sabe-se que o gosto amargo das folhas e flores de algumas plantas é decorrente da presença dessas aminas. Elas eram, inclusive, chamadas antigamente de álcalis vegetais. Nas plantas, os alcaloides têm função de defesa contra insetos e animais predadores.

Os alcaloides possuem estruturas complexas que permitem seus usos em medicamentos. Eles normalmente atuam como estimulantes do sistema nervosos central, no entanto, podem causar dependência física e psíquica, sendo permitido o seu uso somente com a apresentação de receita médica.

Nicotina: esse alcaloide é encontrado nas plantas de tabaco, usadas para produzir o fumo, sendo, portanto, produzido também na queima do cigarro. É o principal responsável pela dependência que o fumante sente e pela sensação de abstinência quando este para de fumar.

Cafeína: esse alcaloide é bastante conhecido, pois está presente no café, chá-mate e várias outras bebidas.

Morfina: sua fonte natural é a flor da papoula. Seu nome é derivado de Morfeu, o deus grego do sono, porque ela é usada como medicamento para induzir o sono e como analgésico para aliviar dores intensas.

(FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. "Alcaloides"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/alcaloides.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.)

(Leitura sugerida: https://www.infoescola.com/drogas/cafeina/ )



Caffeine Addiction and Abuse

28 de Abril de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Caffeine is a stimulant that increases alertness and enhances concentration in consumers. However, regular ingestion of the drug alters the brain’s chemical makeup, and can cause fatigue, headaches, and nausea when attempting to quit.

Caffeine is a central nervous system stimulant that has the ability to enhance concentration, increase metabolism, and boost mood. Whether it comes from coffee, tea, energy drinks, or soda, many people feel like they “need” caffeine in the morning to increase alertness and the motivation to work. More than 90% of adults regularly drink caffeine in the United States, consuming an average of 200 mg of caffeine per day – the equivalent of two 6-ounce coffees or five 12-ounce cans of soft drinks. In most cases, drinking caffeinated beverages is a relatively safe, non-harmful habit; however, when the need for caffeine crosses the line from a pleasant pick-me-up to a daily necessity, it can be indicative of an addiction.

Signs of a Caffeine Addiction

Rather than the actual amount of caffeine consumed per day, caffeine addiction is characterized by the way that the substance affects an individual’s day-to-day functioning. The severity of the addiction is calculated based on how distressed someone feels when they want caffeine and can’t get it, and how much of a disruption this causes in their daily life.

The 5th edition of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders does not recognize caffeine addiction as a substance abuse disorder, but it does recognize it as a condition for future study. According to the DSM-V, problematic caffeine consumption is characterized by at least three of the following criteria:

  • A persistent desire or unsuccessful efforts to cut down or control caffeine use
  • Continued caffeine use despite knowledge of having a persistent or recurrent physical or psychological problem that is likely to have been caused or exacerbated by caffeine
  • Withdrawal, as manifested by either of the following:
    • The characteristic withdrawal syndrome for caffeine
    • Caffeine (or a closely related substance) is taken to relieve or avoid withdrawal symptoms
  • Caffeine is often taken in larger amounts or over a longer period than was intended
  • Recurrent caffeine use resulting in a failure to fulfill major role obligations at work, school, or home
  • Continued caffeine use despite having persistent or recurrent social or interpersonal problems caused or exacerbated by the effects of caffeine
  • Tolerance, as defined by either of the following:
    • A need for markedly increased amounts of caffeine to achieve desired effect
    • Markedly diminished effect with continued use of the same amount of caffeine
  • A great deal of time is spent in activities necessary to obtain caffeine, use caffeine, or recover from its effects
  • Craving or a strong desire or urge to use caffeine

Most experts recommend that adults should consume no more than 400 milligrams of caffeine per day – the equivalent of approximately four cups of coffee. If someone is regularly drinking more than that, he or she may be at risk of negative side effects, including: sleep disruption, migraines and other headaches, irritability, quickened heartbeat, muscle tremors, nervousness, and nausea. For some people, those side effects can kick in with even fewer cups, as caffeine tolerance is highly individual. If someone is experiencing these side effects, has trouble controlling consumption, or feels totally out of sorts when unable to get their “fix,” that individual is most likely dependent on caffeine and should cut back.

Finding Treatment for Caffeine Addiction

Caffeine has addictive properties that may lead to physical dependence. People that regularly consume caffeine need to make responsible and good choices when it comes to consumption, such as limiting intake to only one or two cups of coffee a day. Caffeine addiction is more likely to occur in someone that’s also suffering from a co-occurring mental health disorder, such as insomnia or an eating disorder, and this can make it harder for him or her to stop. If someone that you love has a caffeine addiction or another complicating disorder, contact a dedicated treatment specialist today and learn about potential treatment options.

Source: Addiction Center https://www.addictioncenter.com/stimulants/caffeine/