Um pouco de tudo, inclusive de mim mesma. Nem tudo vai agradar, mas essa sou eu e as coisas que me cercam. Eu mudei muito, mas e dai? Minha cara e o meu nome continuam a mesma coisa, me interessa fazer o que acredito ser o certo. Ter opinião diferente não obriga ninguém a brigar com ninguém, cada um é livre para pensar, falar e agir como quiser de acordo com o que acredita ser certo. Cada um é responsável pelas consequencias de suas próprias palavras, pensamentos e ações.

Liberdade Religiosa no Brasil

28 de Janeiro de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Sala de Imprensa Mórmon

Distrito Federal - Roda de Conversa sobre Liberdade Religiosa no Distrito Federal

Na semana que se celebra a Liberdade Religiosa, o Distrito Federal realizou quatro Rodas de Conversa para discutir sobre o tema.

A roda de conversa de abertura foi no Terreiro da Mãe Baiana, a segunda roda de conversa foi no Templo da Boa Vontade da LBV, a terceira na Igreja Anglicana e a quarta e última ocorreu ontem, 24 de janeiro, n’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, com o apoio da JRCLS.

Estiveram representadas diversas religiões e o Distrito Federal para levantar iniciativas para garantir o direito à Liberdade Religiosa.

Para sair do discurso e promover ações decidiu-se realizar projetos de serviços nos quais os membros das diversas religiões trabalhem juntos.

 

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Mãos que Ajudam

Aracaju (SE) - Caminhada em defesa da Paz e a Liberdade Religiosa é realizada em Aracaju

A caminhada aconteceu na tarde de ontem, dia 24 de Janeiro, e foi organizada pelas religiões de matriz africanas, com o propósito de combater a intolerância religiosa.

Diversas religiões cristãs estiveram presentes, inclusive a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, representada por membros e voluntários Mãos Que Ajudam.

O Presidente Luiz Humberto Santana Piedade da Estaca Aracaju Brasil Norte marcou presença com alguns irmãos e membros do Conselho de Assuntos Públicos, juntos confraternizaram com membros de outras religiões presentes.

O presidente Humberto ressaltou a importância do respeito mútuo entre as religiões e citou um dos mandamentos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecido com 11ª Regra de Fé, que diz: “Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde, ou o que desejarem”.

Humberto lembrou que devemos amar uns aos outros e o respeito as outras religiões devem acontecer.

O Brasil tem normas jurídicas que visam punir a intolerância religiosa. No Brasil, a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, alterada pela Lei nº 9.459, de 15 de maio de 1997, considera crime a prática de discriminação ou preconceito contra religiões.

A Constituição Federal, no artigo 5º, VI, estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

Por: Carlos Miguel - Diretor de Assuntos Públicos



Fé, Equidade e Liberdade Religiosa

27 de Janeiro de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Élder Ronald A. Rasband

"Sinto que, para alguns de vocês, a expressão “liberdade religiosa” se pareça mais com “liberdade para discriminar”. Quero falar-lhes sobre esse ponto de vista e ajudá-los a entender o que a Igreja quer dizer quando fala de liberdade religiosa e por que isso é tão fundamentalmente importante para o futuro de vocês e para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Também pretendo abordar algumas desconfianças e equívocos que alguns de vocês talvez tenham no tocante à liberdade religiosa."

"Alguns podem estar tendo dificuldade para entender o papel da religião na sociedade, na política e nas questões cívicas. Alguns de vocês se perguntam por que os grupos religiosos se envolvem na política, para começo de conversa, e geralmente se mostram céticos em relação às motivações dos religiosos ao fazê-lo. Nos últimos anos, a voz coletiva de grupos que acham que a religião não deve ter papel algum nas deliberações políticas se tornou mais estridente."

"A oportunidade de envolver-se no processo político é um privilégio concedido às pessoas da maioria das nações. As leis e legislações desempenham um papel didático importante na formação da cultura social e moral. Precisamos que todo indivíduo da sociedade assuma um papel ativo, engajando-se no diálogo cívico que ajuda a estruturar leis e legislações que sejam justas para todos."

Leia mais em: https://www.churchofjesuschrist.org/study/liahona/2016/09/faith-fairness-and-religious-freedom?lang=por



Liberdade Religiosa

27 de Janeiro de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Numa entrevista coletiva na sede da Igreja em Salt Lake City, Utah, o Élder Dallin H. Oaks do Quórum dos Doze Apóstolos declarou o seguinte:

“A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, afirma os seguintes princípios com base nos ensinamentos de Jesus Cristo e na justiça para todos, inclusive às pessoas de fé:

  1. Reivindicamos para todas as pessoas o direito concedido por Deus e garantido pela constituição de exercerem sua religião, de acordo com os ditames de sua própria consciência, sem prejudicarem a saúde ou a segurança dos outros.
  2. Reconhecemos que a mesma liberdade de consciência deve se aplicar a homens e mulheres do mundo inteiro, para que sigam a fé religiosa de sua escolha, ou nenhuma, se assim o desejarem.
  3. Cremos que devem ser elaboradas leis que visem alcançar um equilíbrio na proteção da liberdade de todas as pessoas, respeitando as que têm valores diferentes.
  4. Rejeitamos a perseguição e a retaliação de qualquer espécie, inclusive a perseguição com base em raça, origem étnica, crenças religiosas, situação econômica ou diferenças de sexo ou de orientação sexual. 

Mais informações em: https://www.churchofjesuschrist.org/prophets-and-apostles/unto-all-the-world/religious-freedom-and-fairness?lang=por

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17 de Agosto de 2015, Brasília

Líderes de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias participaram da 1ª reunião pública da Frente Parlamentar Mista pela Liberdade Religiosa, presidida pelo Deputado Moroni Torgan que aconteceu no dia 11 de agosto, no auditório Nereu Ramos, no Congresso Nacional em Brasília.

O Elder Osvaldo Dias, Setenta de Área,  afirmou que “a liberdade religiosa é um direito humano fundamental que protege a consciência de todas as pessoas, permitindo-lhes pensar, expressar e agir de acordo com o que acreditam profundamente”. O Assessor Jurídico da Igreja, Dr. Douglas McAllister falou da alegria que sentiu ao saber durante um evento que participu nos EUA, no início de julho, que o Brasil tem sido um líder mundial no tema Liberdade Religiosa.

Autoridades governamentais, líderes religiosos, entidades e setor empresarial, unidos pelo direito a exercer seu livre arbítrio de crer ou não, ressaltam a necessidade de maior tolerância como forma de manutenção da paz.

"O Brasil hoje é um dos países mais populosos com as menores restrições governamentais e sociais no tocante à liberdade religiosa, segundo a pesquisa da Pew Research", citou o Dr. Ricardo Cerqueira Leite, presidente da Associação pela Liberdade Religiosa e Negócios, durante o evento da Frente Parlamentar Mista pela Liberdade Religiosa. Mas, se estamos em primeiro lugar como país que tem a maior liberdade religiosa, porque se instaurar uma Frente Parlamentar de Liberdade Religiosa? Cerqueira Leite completa que "o Brasil deve exercer seu papel de líder mundial na proteção da liberdade religiosa". Dra. Damaris Kuo, Presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advgados do Brasil– SP e especialista no assunto, reiterou ao comentar que "o Brasil só vai ser um país com real liberdade religiosa quando as normas constitucionais forem efetivadas de fato".

Mais informações em: https://www.saladeimprensamormon.org.br/artigo/lideres-da-igreja-de-jesus-cristo-participam-de-evento-no-congresso-nacional-que-destaca-e-defende-a-liberdade-religiosa



As finanças de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

9 de Janeiro de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias usa os fundos sagrados do dízimo e as doações generosas de seus membros em empenhos mundiais de amar a Deus e ao próximo. À luz de recentes histórias postadas pela mídia que tratam erroneamente o trabalho da Igreja, a Igreja fornece o seguinte resumo.
A Igreja tem o compromisso de ajudar os pobres e os necessitados. O programa Serviços Humanitários da Igreja é um programa global que beneficia em primeiro lugar aqueles que não são membros da Igreja de Jesus Cristo. Em tempos de necessidade e durante outras emergências, nós nos unimos a várias organizações globais como a Cruz Vermelha a fim de fornecermos assistência. O presidente Nelson falou recentemente sobre alguns desses empenhos. Isso representa apenas uma pequena parte do que a Igreja gasta para cuidar dos necessitados. O relatório anual mais recente mostra que a divisão humanitária da Igreja doou mais de 2 bilhões de dólares em auxílio humanitário em 197 países desde que foi criada em 1985. Além disso, por meio do programa de bem-estar da Igreja, os líderes das mais de 30 mil congregações da Igreja ajudam regularmente homens, mulheres e crianças, fornecendo-lhes alimento, moradia e outras necessidades materiais, num total de bilhões de dólares em assistência.
A Igreja constrói templos e une famílias por meio da história da família. Ela está fortemente centrada no princípio doutrinário de unir famílias através de gerações. Esse trabalho de cunho espiritual é realizado em 217 templos em operação ou anunciados, empenho apoiado pelo FamilySearch, que é a organização de história da família sem fins lucrativos da Igreja, que também oferece gratuitamente seus recursos genealógicos a quem se interessar.
A Igreja oferece espaço para adoração e reuniões para seus membros. Ela provê edifícios, estudos e programas para suas 30.500 congregações. As capelas também servem como espaço de ensino para a comunidade, para pesquisa de história da família e resposta a emergências.
A Igreja dá suporte a um programa missionário mundial. Atualmente, mais de 65 mil missionários santos dos últimos dias pregam as boas-novas de Jesus Cristo em todo o mundo; empenho que requer um apoio financeiro significativo por parte da Igreja e a contribuição pessoal dos missionários ou das famílias. A Igreja patrocina casas de missão, apartamentos, escritórios e automóveis para suas quase 400 missões.
A Igreja investe em educação. A Igreja acredita que tanto o aprendizado secular quanto o espiritual são eternos e investe recursos significativos em educação. O programa Seminários e Institutos da Igreja fornece instrução religiosa diariamente a mais de 400 mil estudantes de Ensino Médio e 300 mil estudantes universitários todos os anos. A Igreja fornece oportunidades de estudo superior em todo o mundo por meio do programa PathwayConnect, que prepara o caminho para o diploma universitário para estudantes com oportunidades ou recursos limitados. E a Igreja opera universidades e uma faculdade de economia, atendendo a um total de 93 mil alunos.
“O fato de que a Igreja de Jesus Cristo tem sido capaz de manter o funcionamento de capelas, templos, institutos educacionais e o trabalho missionário — além de também criar uma reserva de recursos para os dias difíceis que sempre vêm — é um modelo que deveria ser celebrado e copiado por governos e outras instituições em todo o mundo”, escreveu o autor de um editorial.
A Igreja segue os mesmos princípios financeiros sólidos que ensina a seus membros. Ela evita as dívidas, vive dentro de seu orçamento e se prepara para o futuro. Não é de se admirar que o Wall Street Journal tenha recentemente elogiado a economia do Estado de Utah, em parte devido à “cultura predominantemente [santo dos últimos dias] que incentiva a prática de virtudes impopulares como frugalidade, gratificação adiada e famílias estáveis”.
D. Michael Quinn, acadêmico que publicou um histórico de 600 páginas sobre as finanças da Igreja em 2017, resumiu suas descobertas como “uma história que grandemente promove a fé”. Falando ao repórter de um jornal, ele disse que se os santos dos últimos dias conseguissem ter a visão global, eles “suspirariam de alívio e veriam que a Igreja é um empreendimento sem fins lucrativos”.
“Sim, a Igreja economiza e investe o que sobra”, afirma um comentarista do Deseret News, “mas ela também ajuda muito a reduzir a dívida dos estudantes universitários, doa aos pobres a despeito de seus antecedentes e apoia um dos maiores programas de bem-estar não governamentais no país. E, mais importante, ela faz tudo isso sem enriquecer os que estão no topo”.
O dinheiro sagrado doado pelos membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é uma expressão de sua fé, devoção e obediência à lei bíblica do dízimo e um desejo de edificar a Igreja de Cristo ao viverem os dois grandes mandamentos de amar a Deus e ao próximo.

 

Mais informações: www.saladeimprensamormon.org.br/artigo/como-a-igreja-de-jesus-cristo-utiliza-os-d%C3%ADzimos-e-as-ofertas



A liderança de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Vaticano

8 de Janeiro de 2020, por Priscila Frohmut Fonseca

Presidente Henry B. Eyring e Papa Francisco no Simpósio sobre Casamento organizado pelo Vaticano

 

O Presidente Henry B. Eyring, Primeiro Conselheiro na Primeira Presidência, foi convidado a participar de um “renascimento de casamentos felizes” durante um encontro interreligioso internacional realizado na Cidade do Vaticano e patrocinado pela Igreja Católica, em 18 de novembro de 2014. O evento, intitulado “A Complementaridade entre o Homem e a Mulher”, reuniu líderes religiosos de 14 denominações e 23 países.

“O homem e a mulher, unidos em matrimônio, possuem o poder transcendental de criar felicidade para si mesmos, para sua família e para as pessoas ao seu redor”, declarou o Presidente Eyring.

 Trecho com legendas em Português:

Mais informações: www.churchofjesuschrist.org/church/news/president-eyring-calls-for-renaissance-of-happy-marriages?lang=por

 

Vídeo completo em Inglês: