UNIVESP, agora é pra valer!

26 de Outubro de 2008, por Desconhecido - 1111 comentários

E abriram-se as porteiras... no dia 09/10 o governador assinou o decreto que instituiu oficialmente o Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), segundo consta no Jornal da Usp.

A cerimônia de criação da Univesp: 6,6 mil vagas

Como minha veia preconceituosa pulsa mais forte, que nome é este pelo amor de Deus? Univesp?! não tinha um pior não? Um que lembrasse mais uma unibatatinha? Fora que no nome tem UNIVERSIDADE VIRTUAL , ainda bem que é encabeçada pela Usp, Unesp e Unicamp, senão teria total descrédito.

Comentários maldosos a parte, a proposta é criar em 2009 5 mil vagas no curso de graduação em pedagogia para professores em exercício, a ser desenvolvido pela Unesp, 700 vagas em Licenciatura em Biologia e mais 900 vagas na Licenciatura em Ciências, ambas da USP, num total de 6,6 mil vagas.

O ingresso do aluno será feito por meio de um vestibular normal. Será publicado edital com informações sobre o processo seletivo. Ainda não há datas definidas, mas a expectativa é de que esses cursos já comecem a funcionar em março de 2009.

Os cursos serão gratuitos e, segundo nosso querido governador José Serra, a verba de R$ 25 milhões por ano para o projeto não está sendo tirada da que é destinada hoje para as universidades, isso porque ele é bonzinho, segundo as palavras dele: "Deveríamos fazer isso (...tirar o dinheiro da verba destinada às universidades...), porque é para o ensino superior público, mas não estamos. E é para mostrar a importância que esse programa tem para nós". Estou até emocionada com tanta caridade. Espero que eu esteja redondamente errada e que este projeto seja o maior sucesso, do fundo do meu coração!



Tecnologias e mídia

18 de Outubro de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Aproveitando que tivemos uma visão das plataformas de ensino a distância via web, em particular experimentamos o Moodle, vou falar um pouco sobre o texto que o professor deixou na pasta do Xerox da Física.

É o capítulo 4 do livro "Educação a Distância, uma visão integrada", chamado: Tecnologias e Mídia.

Neste capítulo os autores discutem um pouco sobre as tecnologias de comunicação e a mídia empregadas na educação a  distância, dando atenção especial às suas características pedagógicas.

O foco da discussão se dá em torno de três peguntas:

  1. Quais são as características das diferentes tecnologias de comunicação e das mídias e como podem ser usadas na educação a distância?
  2. Quais mídias e tecnologias de comunicação são as melhores para uma determinada disciplina ou um grupo de alunos?
  3. De que modo mídia e tecnologias podem ser combinadas para se obter eficácia máxima? 

Este assunto se faz particularmente interessante pois a melhor universidade da América Latina, na qual estamos dedicando tempo e esforços árduos para nos formarmos, isso mesmo a USP, esta entrando neste mundo de EaD.

 

Usp terá EAD?

 

Confesso que sempre tive preconceito quando se falava de EaD, sendo curta e grossa, sempre achei que não prestava, mas quem mandou cuspir pra cima, eu estudo na melhor universidade do país que passará a oferecer esta modalidade de curso, não me resta outra opção a não ser tentar entender como se dará este processo, afinal não se cospe no prato que come.

 



Qual o tamanho da sua memória?

11 de Outubro de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda
Sumário da edição especial de Veja sobre tecnologia.

 

No mês passado a Veja lançou uma edição especial sobre tecnologia, tal qual vem fazendo todos os anos, onde li uma matéria sobre o cientista Gordon Bell, que para se livrar de montanhas de papel ele arquiva no disco rígido de um computador tudo o que ouve, diz, vê – ou sente. Ele é um dos precursores da era da digitalização total, em que todas as experiências de uma vida podem ser convertidas em bits.

 

Gordon Beel, um dos pioneiros da era digital, foi descrito pela revista New Yorker como o Frank Lloyd Wright dos computadores, numa alusão ao genial arquiteto americano. Agora, quer ser digital

 

Este cientista de 74 anos, pesquisador da Microsoft Research, serve de cobaia ao projeto MyLifeBits (Minha Vida em Bits). Ele digitaliza tudo o que faz, embutiu toda a sua vida no disco rígido de um computador. Transformado em bits, Gordon Bell ocupa um espaço de 180 gigabytes (GB). Ou seja, pode ser armazenado num PC convencional. Os registros feitos pelo cientista incluem conversas com amigos, fotografias de viagens, documentos, artigos, cartas, telefonemas, recortes de jornal, livros e – surpreendentemente – detalhes de sua navegação na internet. Há cópias de 176 733 páginas consultadas na web e de 136 675 e-mails trocados. Outras 800 páginas oferecem um perfil da saúde do pesquisador, com informações sobre a duração da bateria de seu marca-passo. São mais de 460 000 itens. Bell digitaliza sua vida desde os anos 90. No início, a curiosidade o motivou. "Eu queria saber qual o tamanho da minha memória em bits", comentou na reportagem.

 

* Última conta feita por Bell no início deste ano.

 

Interessante como tudo isso pode nos auxiliar num futuro próximo na área de saúde por exemplo. O cientista-cobaia Bell já recorreu ao HD pessoal para fornecer a um grupo de médicos detalhes de uma cirurgia de ponte de safena feita 25 anos atrás, o pesquisador imagina que a digitalização maciça possa ser útil nos estágios iniciais de doenças como Alzheimer. Nesse caso, os registros em bits ajudariam as pessoas a ter uma idéia clara de uma determinada seqüência de eventos.

Agora nos resta aprender a utilizar estes recursos de maneira saudável, sem que nos tornemos obcecados pela digitalização, sem que isso nos tome mais tempo que de fato possa parecer.

 

Quem não gostaria de saber qual o tamanho da sua memória em bits?

 



www.oquevocequiser.com

27 de Setembro de 2008, por Desconhecido - 22 comentários

No meu caso, www.celline.org.

Brincando na aula e empolgados com a possibilidade de ter um domínio próprio, como já disse meu amigo Thiago, começamos a verificar a disponibilidade de domínios com nossos próprios nomes.

Primeira tentativa: celline.com - Indisponível. Quase acreditei que seria difícil e que existia a possibilidade do meu nome ser extremamente comum em algum outro lugar do mundo.

Segunda tentativa: celline.org - Disponível.

A pesquisa começou como brincadeira, mas não consegui me desligar da idéia de ter o celline.org. Comprei o nome do domínio.

O resultado da aquisição foi divertido. Com o serviço de hospedagem do Google, os usuários do domínio tem acesso a diversos serviços como o Docs, Calendar e Sites, um email do tipo usuario@celline.org e uma página inicial personalizada

Agora somos duas, Aneniske e eu.



Você é a "mina" que eu procurava e nem o Google achava!

22 de Agosto de 2008, por Desconhecido - 22 comentários

A popularidade do Google é tão grande que ele até já virou tema de "xaveco" pelas noites de São Paulo. Também pudera, não há pessoa que não use a ferramenta de busca do Google (o maior mecanismo de busca do mundo) como padrão. Precisa de alguma coisa? O Google acha pra você. De trabalhos acadêmicos a telefones de pizzaria, passando até pelo currículo do professor, não há nada que ele não encontre. Isso também tem seu lado ruim, existem algumas informações que não precisam estar tão expostas, como uma nota baixa em uma prova de Física I.

Apesar de novo (apenas 10 aninhos de idade), o Google já faz parte das nossas vidas, respondendo a mais de 100 milhões de consultas diárias em normalmente menos de meio segundo. Ele mesmo lista alguns motivos para usá-lo, caso ainda exista alguma dúvida.

E como diria Christian Pior, "Não sabe? Joga no Google!".