Curso orienta execução de projetos

27 de Março de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

Atividade promovida pelo PNUD visa capacitar profissionais que trabalham em projetos de cooperação técnica internacional

Divulgação/PNUD
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do PNUD

 

Servidores públicos e demais profissionais que trabalham em projetos de cooperação técnica internacional têm mais uma oportunidade para conhecer os procedimentos administrativos relativos à execução dessas atividades. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) promove, nesta quarta e quinta-feira (14 e 15 de março), em Brasília, a sétima edição do Encontro Informativo sobre Execução de Projetos: Como trabalhar com o PNUD.

 

Durante o enconto, os participantes receberão uma série de informações para facilitar e agilizar a execução de projetos. Com isso, espera-se que a cooperação técnica seja mais eficiente e que as equipes estejam mais preparadas para trabalhar com o PNUD, evitando equívocos comuns que consomem tempo e trabalho.

 

No primeiro dia do curso, serão discutidos aspectos gerais da cooperação internacional, como marco regulatório, modelos de execução, responsabilidades e divisão de trabalho entre as partes, monitoramento e avaliação e auditoria; contratações de pessoas física e jurídica; e procedimentos administrativos sobre contratos corporativos. No segundo dia, serão abordadas as ferramentas de gestão e monitoramento.

 

“Essas atividades são importantes para que os participantes tenham uma visão da organização internacional da qual são parceiros e de como todas as etapas do processo se interligam até o resultado final do projeto”, avalia Maristela Marques Baioni, Coordenadora de Programa do PNUD.

 

A última edição do Encontro Informativo sobre Execução de Projetos promovida pelo PNUD ocorreu em janeiro de 2012 e contou com cerca de 50 participantes. A atividade foi focada nas equipes de projeto que estão começando a trabalhar com o organismo, e ofereceu a oportunidade para a troca de experiências, informações e aprendizado, aproximando as diversas partes envolvidas na execução dos projetos.

 



SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

23 de Março de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

EU DIRIA QUE TE AMO MAIS

MAIS DO QUE PENSO

MAIS DO QUE SOU

MAIS DO QUE TENHO

MAIS DO QUE DOU

EU QUERIA PODER CONTAR

MOSTRAR O TAMANHO DO MEU AMOR

MOSTRAR QUE NÃO TEM TAMANHO

DE TÃO TAMANHO QUE É O MEU AMOR

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

 

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

EU DIRIA QUE TE AMO TANTO

E QUE O TANTO QUE EU TE AMO

É TANTO E TANTO E TANTO

QUE OS MEUS OLHOS TURVAM

OS MEUS OUVIDOS NUBLAM

E O MEU CORPO ENTONTECE

AH!  SE EU PUDESSE

SE EU PUDESSE

EU DIRIA O TANTO QUE TE AMO

EU DIRIA SIM

SE EU PUDESSE

 

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

EU DIRIA SIM

DE LÁ DE DENTRO DO MEU CORAÇÃO

QUE TE AMO

ALÉM DAS IMAGENS

ALÉM DOS SONS

ALÉM DAS PALAVRAS

EU DIRIA O TANTO QUE TE AMO

E MESMO SEM NADA

SEM ALMA

ESTIVESSE EU

INTUMADO

EM BRUMAS

DE OLHOS E OUVIDOS LÚGUBRES

NO SILENCIO DE UM CORPO MUDO

DE LÁ DE DENTRO DO MEU CORAÇÃO

EU DIRIA

QUE TE AMO ALÉM DE TUDO

 

EU DIRIA SIM

EU DIRIA O TANTO QUE TE AMO

 

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

 

SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

EU DIRIA QUE TE AMO

QUANDO O SOL SE PÕE

QUANDO A CHUVA MOLHA

QUANDO A LUZ ILUMINA

QUANDO SOPRA FORTE O VENTO

EM QUALQUER MOMENTO

MESMO QUANDO TROVÃO RONCA DISTANTE

SÓ PARA CHAMAR NOSSA ATENÇÃO

EM NOME DAS COISAS DO FIRMAMENTO

 

MESMO NESSA HORA

EU DIRIA QUE TE AMO

 

E QUE TE AMO

SOBRE TODAS AS COISAS DO UNIVERSO

SOBRE O SIM E O NÃO

SOBRE A VIDA E A MORTE

SOBRE DAR E RECEBER

ATÉ MESMO SOBRE A DOR DE TE PERDER

SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

POR DEUS

EU DIRIA SIM

EU DIRIA QUE TE AMO SOBRE TUDO

TUDO SIM

TUDO QUE HÁ SOB ESSE CÉU

E SOBRE TUDO ALÉM DESSE MUNDO

ATÉ MESMO ALÉM DE MIM

 

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

AH! SE EU PUDESSE DIZER COMO TE AMO

 



BOLSA FAMÍLIA - PELA DIGNIDADE SEM CONDICIONANTES - NADANDO CONTRA A CORRENTE...

17 de Março de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

"Mais grave ainda que a fome aguda e total, devido às suas repercussões sociais e econômicas, é o fenômeno da fome crônica ou parcial, que corrói silenciosamente inúmeras populações do mundo".

Josué de Castro.


É importante saber que a necessidade de se combater a fome e a extrema pobreza é uma percepção que se ampliou ao longo do tempo, partindo de uma preocupação mais limitada ao âmbito da igreja e ao conceito de caridade para abranger ao estado num plano institucional, até abarcar a Sociedade Civil organizada na condição de agente condutor e indutor de Políticas Públicas voltadas para a solução dessa demanda.
E toda essa caminhada exigiu por parte dos agentes públicos e dos intelectuais a formulação e a reformulação dos conceitos, na medida em que avançaram os conhecimentos nessa área.
Pôde-se ver claramente, até pelos programas da Fao, ao longo dos anos que, se até inicio do Século XX, o combate à pobreza estava extremamente ligado ao combate à fome sendo, portanto, passível de controlá-las através de ações caridosas, a partir de meados desse mesmo século, as iniciativas sofreram transformações substancias.

No primeiro momento de alteração no tratamento do problema da pobreza, houve o entendimento de que tal obstáculo não podia ser vencido tão somente através de soluções esporádicas e locais, mas, a erradicação dessa situação era de responsabilidade do Estado. E nesse contexto, ainda que durante muito tempo, principalmente em face do Período Ditatorial, se guardasse o cerne de prover alimento para grupos limitados, os programas ganharam mais institucionalidade dentro do governo, até que, a partir dos anos 1990, a estruturação de tais iniciativas sofreu uma significativa reformulação e as Políticas Públicas de combate à pobreza substituíram o caráter foquista por uma visão mais generalista e também trataram de estruturar-se utilizando mais comumente a renda como fonte de recursos a fim garantir a alimentação de seus públicos.

O Programa Bolsa Família surgiu na atmosfera social do início do século XXI, aonde a importância do combate à extrema desigualdade perpetuada no Brasil, ganhou contornos de condição primordial para o desenvolvimento do País. E o sucesso do Plano foi imediato e rapidamente angariou resultados satisfatórios reconhecidos no mundo inteiro. Dessa forma, com o efetivo combate a extrema pobreza em curso, não houve somente o atendimento de um querer geral, mas também o cumprimento de obrigações que foram relegadas a segundo plano por vários governos.
Contudo, na condução dos debates no legislativo uma série de condicionantes foi introduzida no programa. Notadamente, condições voltadas a prover incentivos à educação, saúde e contra o trabalho infantil nas Famílias sujeitas à transferência da renda. E tais condicionantes também surtiram os resultados esperados envidando postura mais produtiva no que diz respeito à construção da própria cidadania dentre os elementos participantes do programa.

Então, em uma analise mais objetiva, o Bolsa Família existe para atender à constituição, em seu Artigo 3º, quanto ao combate a Extrema pobreza, e também aos Objetivos de erradicar a fome e a pobreza até 2015, conforme compromisso do Brasil junto a ONU.

Sendo assim, as metas dessa iniciativa estatal estão calcadas nesses parâmetros e, para gerenciá-las com autoridade e competencia, criou-se um Ministério especifico cuja denominação para o melhor de sua atuação, bem o delimita na esfera do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Portanto, em minha opinião, as condicionantes propostas para o programa, que se esmeram em cuidar da educação, saúde e trabalho infantil, na verdade são desviantes daquilo que é central no Bolsa Família, qual seja; Combater a pobreza extrema.
Devemos reconhecer que para cada condição imposta no Programa, há um Ministério próprio, responsável pelo desenvolvimento de tais atividades, e que poderia e deveria atuar diretamente nesse extrato da população e com a mesma intensidade que dispensa o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para levar a cabo os objetivos do Bolsa família.
Diante dessa realidade, eu defendo que o Bolsa Família deva ser apenas o colchão que eleva a população miserável a um nível superior ao da extrema pobreza e assim permita que outras iniciativas retirem os elementos dessa condição, um tanto mais favorecida, e os incentive buscar mais cidadania.
Nessa idéia, considerando que a inexistência do programa recolocaria aqueles com direito à transferência de renda num nível de miserabilidade absoluto, podemos concluir que a partir dessa iniciativa, os participantes do Bolsa Família estão melhores posicionados para progredir, facilitando sobremaneira o desenvolvimento de Planos de incentivo à educação, saúde e contra o trabalho infantil, promovidos pelos respectivos ministérios responsáveis por tais áreas. Pelo que se reforça a tese de não haver necessidade das condicionantes no âmago do Programa.

Por derradeiro, poder-se-ia até considerar ilegal promover-se a perda do direito à Bolsa, mesmo no caso de não cumprimento de condicionalidades, pois que, stricto sensu, o próprio estado estaria deixando de cumprir obrigação constitucional de combater a extrema pobreza de forma deliberada.
E ainda há que se considerar uma última argumentação no campo da analogia, visto que, mesmo inspirado em Josué de Castro, entendendo a primordialidade do combate à fome, mesmo assim, eu aceito que a hierarquização de Políticas Públicas é uma necessidade imposta pelo orçamento. Mas, não posso aceitar que o Combate à Miséria esteja em segundo plano, quando confrontado com as ações de educação e saúde, posto que as condicionalidades, quando não cumpridas, retiram da família menos zelosa o provimento a que tinham direito, conforme manda a lei.
Imagino se as condicionantes fossem utilizadas do mesmo modo como se usa no bolsa família, mas com outras atividades do estado. Claro, assim como se aceita para o programa de transferência de renda, também para outras políticas publicas tais condicionalidades existiriam com o mesmo intuito de incentivar o cidadão ao movimento de buscar mais cidadania.
Quando confrontados com esse exercício de analogia, tenho certeza de que todos aqueles que apoiam as condicionalidades para o desenvolvimento do Bolsa Família e que podem, nesse instante, estar imaginando o absurdo de minha proposta contraria a elas, ficariam pasmos diante de impensáveis condições.
Suponhamos então, que houvesse algum tipo de comprometimento no sentido de punir a família no caso de não matricula dos filhos e que a pena fosse a proibição de lhes serem ministradas vacinas. Por outro lado, vice versa, no caso de não cumprimento no Calendário de vacinação, seria negado o acesso à escola para os desafortunados.
Não há dúvida da impropriedade da proposta, contudo, é exatamente o que se faz a partir das condicionantes no Bolsa família. Condena-se os elementos à retornar para o limbo como se não fosse obrigação do Estado tirá-lo dali e sua condição de cidadão somente lhe fora garantida na expectativa de cuidar da educação e da saúde, como fossem tais iniciativas mais importantes do que a vida com o mínimo de dignidade, como aquela conquistada pelo ingresso no Programa.

PELA DIGNIDADE SEM CONDICIONANTES.
É o que gostaria de debater sinceramente.

 

Bolsa Família 

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda com condicionalidades, que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza.

O Bolsa Família atende mais de 13 milhões de famílias em todo território nacional. A depender da renda familiar por pessoa (limitada a R$ 140,00), do número e da idade dos filhos, o valor do benefício recebido pela família pode variar entre R$ 32,00 a R$ 306,00.

Artigo 3º da Lei 10.836 que criou o Bolsa Familia
Art. 3o A concessão dos benefícios dependerá do cumprimento, no que couber, de condicionalidades relativas ao exame pré-natal, ao acompanhamento nutricional, ao acompanhamento de saúde, à frequência escolar de 85% (oitenta e cinco por cento) em estabelecimento de ensino regular, sem prejuízo de outras previstas em regulamento.

 

DAS CONDICIONALIDADES

Art. 2º São condicionalidades do PBF, de acordo com o art. 3° da Lei n° 10.836, de 2004, e com os arts. 27 e 28 do Decreto nº 5.209, de 2004:

I - na área de educação:

para as crianças ou adolescentes de 6 (seis) a 15 (quinze) anos de idade, a matrícula e a frequência mínima de 85% (oitenta e cinco por cento) da carga horária escolar mensal; e

para os adolescentes de 16 (dezesseis) e 17 (dezessete) anos de idade, cujas famílias recebam o Benefício Variável Vinculado ao Adolescente - BVJ, a matrícula e a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária escolar mensal;

II - na área de saúde:

para as gestantes e nutrizes, no que couber, o comparecimento às consultas de pré-natal e a participação nas atividades educativas sobre aleitamento materno e cuidados gerais com a alimentação e saúde da criança; e

para as crianças menores de 7 (sete) anos, o cumprimento do calendário de vacinação e o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil;

III - para as crianças e adolescentes de até 15 (quinze) anos, em risco ou retiradas do trabalho infantil, a frequência mínima de 85% (oitenta e cinco por cento) da carga horária relativa aos serviços sócio-educativos e de convivência, conforme estabelecido no art. 13 da Portaria/MDS nº 666, de 28 de dezembro de 2005


 

 



TODA MENTIRA SE PROMOVE CONTANDO APENAS UM DOS LADOS

8 de Março de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

Muito bem meus amigos, convido-os pensar por um instante:

Se acaso aparecesse entre nós alguem com a seguinte pregação:

1) A humanidade foi destruída 81 vezes,e a Terra está prestes a explodir em breve, e que o único com poderes para impedir a explosão fosse esse tal Mestre.

2) Que a terra fosse a lixeira do universo, sendo os Estados Unidos o maior de todo esse lixo, e que só através da Crença no Poderoso, o homem será capaz de escapar da hecatombe.

 

3) Fosse ele, o grandão, o legitimo governante do mundo e maior do que o universo.

 

4) Que proíbisse qualquer outra crença religiosa entre os crentes de seu rebanho e acusasse outras religiões de enganar as pessoas.

 

5) O Poderoso alegasse ter providenciado tudo no mundo, mas que o holocausto do povo judeu por Hitler foi resultado de mudanças em fenômenos celestes.

 

6) Que afirmasse; "a ciência é forçada sobre a humanidade por interesse de seres extraterrestres", e que, aliás, inventaram o computador para controlar a humanidade na terra

 

7) Que a ciência na verdade é um culto.

 

8) Que os praticantes de sua religião não devem ir ao médico ou a tomar medicamentos para tratar a doença, porque, sendo crentes verdadeiros, nunca adoecerão. E inclusive, um praticante de Fé pode até se jogar embaixo de um carro que não morrerá.

 

9) Mandasse os praticantes de sua religião desistir de tudo e deixar se levar por pensamentos de vida e morte para tornarem-se Deuses. E se gabasse de que fará um Milagre para todos os praticantes voarem de seus corpos quando morrerem.


10) Denominasse aqueles contrarios a pratica de sua Religião de Demônios e que, sendo demônios regicidas devem morrer  e que aqueles de sua seita que matam demonios (diretamente ou atraves de parentes e profissionais) são perdoados.


11) E se mais 1.000 praticantes morreram acreditando por seguir tais ensinamentos; se recusando procurar tratamento médico para suas doenças.

 

12) E se várias centenas causaram auto-mutilação ou suicídio, por acreitarem na imortalidade.

 

13) Profissionais medicos seguindo os preceitos da religião causassem mais de 30 mortes

 

E SE ESSE SUJEITO FICASSE MUITO FAMOSO

ENTRE AS PESSOAS MAIS SIMPLES DE SEU PAÍS?


E SE ELE GANHASSE MUITO DINHEIRO COM ESSA ESTORIA?

 

E se o Governo de seu País proibisse essa pratica de Charlatanismo?

 

E se uma faculdade estrangeira; fizesse uma exposição contra a "perseguição" que o seu Pais promove contra esta crença religiosa?

 

E se o País onde esta estabelecida esta renomada universidade também proibisse muitas praticas?

Por exemplo, se o Pais onde se localiza essa faculdade, tão preocupada com a liberdade de culto, proibisse pessoas de cultivar o nazismo? E mais, se segundo as leis deste país, pessoas que veêm o futuro ou que declarem ter poderes sobrenaturais e que ganhem dinheiro usando destes "dons" fossem presas?

 

E SE ESSA FACULDADE VENDESSE PARA SEUS ALUNOS A ESTORIA DO PRESS REALESE EMITIDO POR ESSA ENTIDADE, SEM SE DAR A CHANCE DE OUVIR O LADO DAS AUTORIDADES DE SEU PAÍS?

 

 

Bem, então, voce consideraria isto uma hipocrisia ou maniqueismo?

 

Voce esta convidado para assitir a exposição  abaixo:

 

EACH apresenta exibição internacional de pinturas que retratam prática perseguida na China

Foto: Reprodução


A obra "Chamado inocente", do artista Xiaoping Chen, faz parte da exibição internacional
A Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH | USP Leste) apresenta a partir da próxima segunda-feira a exibição internacional de artes “Verdade, Benevolência e Tolerância”, no saguão do prédio da Administração, das 8h às 22h. A exposição gratuita e aberta ao público reúne obras de 18 artistas praticantes de Falun Dafa, meditação que é perseguida na China. 

Carregadas de significados e sentimentos, as obras abordam questões atuais como liberdade de consciência, de expressão e de crença, além de valores como verdade, bondade e tolerância. O objetivo não é apenas entreter o público, mas também provocar reflexões sobre a condição humana no mundo contemporâneo. 

Com passagem em mais de 40 países, a exibição é composta por 22 pinturas de artistas da Fei Tian Academy of The Arts, sediada em Nova York. A instituição disponibilizou as obras para a Associação Falun Dafa no Brasil, atual organizadora da exibição que acontece até o dia 30 de março na EACH.

A prática do Falun Dafa surgiu na China em 1992 e ensina a desenvolver fortes valores morais por meio da aplicação dos princípios de verdade, benevolência e tolerância. Em 1999, o Partido Comunista Chinês ordenou a perseguição dos praticantes, aproximadamente 100 milhões de chineses. Atualmente, o Falun Dafaresiste pacificamente à campanha de extermínio e é praticado em mais de 80 países.

A EACH está localizada na Avenida Arlindo Béttio, 1000, no bairro de Ermelino Matarazzo. É possível chegar facilmente à unidade pela estação USP Leste da linha 12-Safira da CPTM.

 

 

LEIA UM POUCO DO LIVRO SAGRADO

 

ZHUAN FALUN

Girando a Roda da Lei

 

 

AGORA PERMITA-SE QUESTIONAR A INTELIGENCIA POR UM BREVE INSTANTE:

SERÁ QUE ESTA EXPOSIÇÃO É O INICIO DE UMA SERIE NA QUAL SE APRESENTARÃO CHARLATANICES PROIBIDAS EM OUTROS PAISES TAMBÉM? DUVIDO!

ENTÃO, POR QUE A CHINA? OU MELHOR; POR QUE SÓ A CHINA? SERÁ QUE OUTROS PAISES TAMBÉM NÃO PROIBEM IGREJAS DE SE MANIFESTAREM? ME ENGANA QUE EU GOSTO! 

 

MAS VAMOS IMAGINAR QUE NÃO HAJA QUALQUER MOVIMENTO ECONOMICO, POLITICO IDEOLOGICO POR DETRAS DESTA EXPOSIÇÃO...

VAMOS INTERPRETAR A CONTENTO O PAPEL AO QUAL ESTÃO NOS CHAMANDO REPRESENTAR....

VAMOS NOS INDIGNAR E BATER PALMAS... 

MAS, VAMOS SAIR SÓ UM POUQUINHO DO SCRIP...

VAMOS COLABORAR COM SUGESTÕES PRODUTIVAS...

 

SENDO ASSIM APRESENTO SUGESTÃO PARA PROXIMA EXPOSIÇÃO

Reparem que a foto também é emocional... Dá pra usar no Press realese

Este ser divino foi perseguido em varias partes do mundo. Ele foi expulso da Inglaterra e da França. Ele, o proprio Filho do Pai, enfrentou anos de luta judicial para poder adotar o nome de Inri Cristo e por conta desta proibição, imposta pelas terriveis autoridades brasileiras, viveu como apatrida durante anos. Não somente tais humilhações ele teve de enfrentar no passado pois que, a  (SOUST)  "Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade"  não é reconhecida no mesmo nivel das igrejas catolicas e pentecostais e a ele não se oferecem isenções de taxas e impostos e nem dinheiro publico para realizar projetos sociais tal como fazem com as outras entidades religiosas. Ele também não pode dar conforto aos doentes e aos presos, nos hospitais e nas cadeias.

Inri Cristo sofreu todas estas perseguições sem nunca recomendar a alguem deixar de ir em medico, ou se matar, imagine se orientasse seus fieis nesse sentido, o que as autoridades deste País fariam com o Filho do Pai. 

Por todo exposto, creio que Inri Cristo merece uma exposição na EACH nos mesmos moldes do Mestre do Dafa. Ele e seus seguidores merecem todo nosso apoio...

Ou não? 

 

Não se deixe manipular; o mundo é mais complexo do que lhe querem apresentar aqueles defensores de interesses ou os ignorantes usados por eles. Nesse jogo promovido pelo Capitalismo, agora utilizando a EACH como correia de transmissão, se busca sempre, através de maniqueismos tolos,  querer que acreditemos estar vivendo  num filme de bang-bang, cheio de bandidos mauzinhos (de olhinho puxado, né?) e mocinhos bonzinhos (Loirinhos de olhos azuis). Ops!


DE UMA CHANCE A SUA INTELIGENCIA E PERGUNTE SE ESTA EXPOSIÇÃO NÃO DEVERIA SER MAIS AMPLA E TRAZER MAIS INFORMAÇÃO DO QUE O PRESS REALESE DA INSTITUIÇÃO QUE SE DIZ PERSEGUIDA PELO GOVERNIO CHINES SEM NENHUMA PALAVRA DO OUTRO LADO.

IMAGINE  SE VOCE OUVISSE APENAS O LADO DE HENRY CRISTO E MAIS... PARTINDO DO PRINCIPIO QUE ELE É REALMENTE O FILHO DO PAI.

 



Documentos revelam plano para desacreditar ciência climática em escolas dos EUA

15 de Fevereiro de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Documentos divulgados esta semana na Internet revelam alegados detalhes da estratégia de uma organização norte-americana que contesta a visão dominante na ciência sobre as alterações climáticas, incluindo um plano para levar as suas teses às escolas.

Os documentos – na maior parte relacionados com uma reunião realizada em Janeiro – supostamente pertencem ao Instituto Heartland, uma das organizações mais activas nos EUA na contestação às evidências da influência humana sobre o aquecimento global verificado no século XX.

O instituto confirmou num comunicado, ontem, que alguns dos documentos “foram roubados” e “pelo menos um é falso e alguns podem ter sido alterados”. 

“Os documentos roubados foram obtidos por uma pessoa desconhecida que fraudulentamente assumiu a identidade de um membro da direcção do [Instituto] Heartland e convenceu um funcionário a ‘reenviar’ materiais da direcção para uma nova morada de email”, refere o comunicado, divulgado ontem à noite. “Nós queremos identificar esta pessoa e vê-la na prisão por esses crimes”, acrescenta o comunicado.

Um caso semelhante – conhecido como Climategate – ocorreu no final de 2009, quando emails de vários climatologistas obtidos ilegalmente dos servidores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, foram publicados na Internet. O conteúdo de alguns emails foi interpretado como revelador de que alguns cientistas manipularam ou ocultaram dados que poderiam enfraquecer a conclusão de que a Terra está a aquecer e que a culpa principal é humana. Três inquéritos posteriores refutaram que tenha havido qualquer fraude ou má-conduta científica, embora tenham apontado falhas na disponibilização pública de dados. 

Materiais escolares alternativos

Agora, a situação é a inversa. Os documentos alegadamente revelam a estratégia interna de uma organização cuja posição contra a ciência climática vigente é publicamente conhecida. “Não tivemos até agora nenhuma prova a indicar que os documentos não são reais”, disse ao PÚBLICO Branden DeMelle, editor do blogue DeSmogBlog, que divulgou os documentos do Instituto Heartland. 

Pelo menos um dos documentos – um memorando “confidencial” sobre a estratégia climática do Instituto Heartland – é refutado pela organização como “totalmente falso, aparentemente com a intenção de difamar e desacreditar” o instituto, segundo o comunicado. Parte do seu conteúdo, no entanto, está reproduzida noutro documento, cuja autenticidade o instituto não desmentiu no comunicado – embora tenha dito que ainda está a verificar a autenticidade de todo o material.

Neste documento – um plano para obtenção de fundos em 2012 – há uma menção a uma proposta para a produção de materiais escolares que apresentem a questão das alterações climáticas como controversa em vários aspectos, desde os modelos climáticos até à influência humana – o que coincide com as posições que o Instituto Heartland assume publicamente. O argumento invocado no documento é o de que não há livros escolares que não sejam "alarmistas ou abertamente políticos".

O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar por email o autor desta proposta, David Wojick, descrito no site do instituto como consultor do Departamento de Energia do Governo norte-americano.

Informações sobre doadores 

O documento detalha o financiamento deste e de outros projectos – incluindo o apoio ao Nongovernamental International Panel on Climate Change (NIPCC), uma rede de especialistas com visões alternativas às do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). Também figura no documento o apoio à criação de um site com interpretações gráficas dos dados de uma nova rede de estações meteorológicas da NOAA, a agência norte-americana para a atmosfera e os oceanos – uma ideia do meteorologista e blogger norte-americano Anthony Watts, que defende que a tese humana do aquecimento global baseia-se em dados imprecisos.

Há menções a apoios a outros nomes conhecidos entre os chamados “cépticos” das alterações climáticas, e que já figuravam como colaboradores do Heartland Institute.

Embora muita da informação apenas detalhe ligações que já se conheciam, os documentos revelam dados que o instituto não divulga publicamente, em especial sobre os seus financiadores. O seu último relatório anual, divulgado no site do instituto, refere apenas que, em 2010, foram recebidos 6,1 milhões de dólares (4,7 milhões de euros), dos quais 48% vieram de fundações, 34% de empresas, 14% de pessoas individuais e 4% de outras fontes. 

Nos documentos agora divulgados surge a menção a um doador em particular – descrito como “o doador anónimo” –, que terá sido responsável, individualmente, por uma expressiva fatia das receitas do instituto. Em 2010, terá contribuído com o equivalente a 1,3 milhões de euros (27% do total) e em 2011 este valor terá caído para cerca de 770 mil euros (21%). Em 2007, 63% das receitas terão vindo deste doador, com uma contribuição de 2,5 milhões de euros. A maior parte destes valores foi aplicada nas actividades relacionadas com as alterações climáticas – uma das principais, mas não a única, do Instituto Heartland.

Os documentos revelam uma extensa lista com dezenas de apoiantes do instituto. Na lista não aparecem referências directas a empresas petrolíferas – sendo que, pelo menos, a ExxonMobil terá, no passado, financiado organizações e pessoas contra a visão consensual da ciência sobre as alterações climáticas. Consta da lista a fundação Charles G.Koch, ligada à indústria do petróleo, com uma contribuição marginal em 2011 (0,5% das receitas do instituto) e que no orçamento para 2012 se espera ampliar para 2,5%.

Indirectamente, o Instituto Heartland reconheceu a veracidade da lista de doadores, a quem pediu desculpas, no seu comunicado, pelas suas identidades “terem sido reveladas por este roubo”.