Brasil é o primeiro país a gerar energia limpa na Antártica

10 de Janeiro de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Em uma iniciativa pioneira, o Brasil vai iluminar a Estação Antártica Comandante Ferraz com um motogerador a etanol. A ação faz parte da comemoração dos 30 anos da Estação, operada pela Marinha do Brasil, e conta com a parceria da Vale Soluções em Energia (VSE) e da Petrobras. O ministro da Defesa, Celso Amorim, chega hoje (10) à Antártica para visitar a estação, onde dará partida na operação do motogerador a etanol.

A partir de hoje, o motogerador - que fornecerá toda a energia necessária às operações e aos programas científicos da estação - passará a operar continuamente na Antártica, dando início ao programa científico. Com a iniciativa, o Brasil passa a ser o primeiro país do mundo a utilizar biocombustível para produção de energia no continente.

O ministro Celso Amorim destacou que a iniciativa brasileira coloca o país em destaque no cenário tecnológico mundial. Lembrou, ainda, que a estratégia está alinhada à meta das Organização das Nações Unidades, que declarou 2012 como o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos.

O projeto

O motogerador a etanol brasileiro foi desenvolvido com tecnologia totalmente nacional e gera energia limpa, sem qualquer tipo de aditivo, a partir de um sofisticado equipamento de controle e comando via internet. A Petrobras fornece 350 mil litros de etanol, idêntico ao utilizado nos veículos nacionais, e fará o acompanhamento tecnológico para validar a utilização do biocombustível em condições climáticas severas.

O equipamento e o biocombustível partiram em outubro do Brasil para a Antártica no navio de Pesquisas Oceânicas Ary Rongel. Em seguida, uma equipe de engenheiros brasileiros partiu para o continente para realizar as instalações e os testes necessários ao funcionamento do equipamento.

Durante um ano, o motogerador vai operar em total sincronismo com os motogeradores já existentes a diesel, preservando o parque energético atual como uma medida adicional de segurança.

Estação Antártica Comandante Ferraz

A estação brasileira é operada pela Marinha do Brasil e foi instalada na Baía do Almirantado, localizada na Ilha Rei George, no verão de 1984. A partir de 1986, passou a ser ocupada anualmente por militares da Marinha do Brasil e pesquisadores, podendo acomodar até 58 pessoas. A estação possui laboratórios destinados às ciências biológicas, atmosféricas e químicas.

 



Policia agride aluno da USP

8 de Janeiro de 2012, por Desconhecido - 1Um comentário

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Muito bem... Obrigado?

8 de Janeiro de 2012, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Tenho certeza de que você nem percebeu como mudou minha vida hoje.
Quando você chegou despreocupado e perguntou: Como vai?
E eu acordei e pensei: Estou vivo!
Eu fiquei desperto depois daquilo. Permaneci vivo o tempo todo
Ouvindo meu coração, minha respiração...
Vendo as coisas que meus olhos olhavam...

Enxergando o mundo... 
E as pessoas mortas passando por mim...

Nem mesmo quando os objetos me envolveram, eu morri
Quando liguei o carro e ele rangeu querendo cuidados
Quando vieram os papéis me pedindo assinatura e responsabilidade
Nem mesmo nesse momento, eu morri
Não! Pelo contrário... Até nessa hora, eu me mantive atento

Passei o dia sobrevivendo
Capturei um pouco de ar puro na praçinha perto do escritorio
Cheguei muito perto da arvore...
Ela estava lá... Como sempre. Mas agora estava viva
Então, troquei carinhos com ela...

Agora lhe escrevo daqui, de meu cativeiro
Cercado por objetos.
Um quarto com uma cama e uma escrivaninha
Um aparelho de Tv. em cores. 21 Polegadas...
Um rádio relógio.
Visitas monitoradas.

Tento ouvir minha voz e escrever meus pensamentos
Talvez minhas últimas palavras sãs
Estou perto da morte
Tenho resistido, mas as forças estão esvaindo... Indo embora.
Milhares de tranqüilizantes correm em minhas veias sujando o meu sangue.
Tomei leite. Disseram que melhora.
Nada...
Combinemos então uma senha.
Se por acaso nos encontrarmos novamente
Pergunte-me: Como estou indo...
Se eu lhe devolver um sorriso, uma piscadela e agradecer...
É porque sobrevivi...
Se responder: Muito Bem, obrigado!
É porque estou morto.



Relatório da Secretaria de Direitos Humanos confirma: Reitor da USP votou contra vítimas da ditadura

18 de Dezembro de 2011, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


por Conceição Lemes

A Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República lançou em agosto de 2007 o livro-relatório Direito à Memória e à Verdade: Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. Assinam a apresentação Paulo Vannuchi e Marco Antônio Rodrigues Barbosa, na época, ministro da Secretaria de Direitos Humanos e presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), respectivamente. Lá, afirmam:

“A violência, que ainda hoje assusta o País como ameaça ao impulso de crescimento e de inclusão social em curso deita raízes em nosso passado escravista e paga tributo às duas ditaduras do século 20. Jogar luz no período de sombras e abrir todas as informações sobre violações de Direitos Humanos ocorridas no último ciclo ditatorial são imperativos urgentes de uma nação que reivindica, com legitimidade, novo status no cenário internacional e nos mecanismos dirigentes da ONU”.

O livro é o resultado do trabalho desenvolvido ao longo de 11 anos (janeiro de 1996 a dezembro de 2006) pela CEMDP, que foi criada para três tarefas: reconhecer formalmente caso por caso, aprovar a reparação indenizatória e buscar a localização dos restos mortais que nunca foram entregues para sepultamento.

Instituída por lei, era composta de sete integrantes: um deputado da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, uma pessoa ligada às vítimas da ditadura, um representante das Forças Armadas, um membro do Ministério Público Federal e três pessoas livremente escolhidas pelo presidente da República.

Entre as pessoas escolhidas pelo então presidente Fernando Henrique, o jurista João Grandino Rodas, atual reitor da Universidade de São Paulo (USP). Ele integrou a CEMDP desde a sua criação, em dezembro de 1995, a dezembro de 2002, representando o Ministério das Relações Exteriores.

“O mesmo Rodas que permitiu a ação truculenta da PM no campus da USP há uma semana [8 de novembro] deu uma mãozinha para os carrascos das vítimas da ditadura de 1964 a 1985”, observa Carlos Lungarzo, membro da Anistia Internacional. “Na CEMDP, ele votou contra a culpabilidade do Estado pela morte e desaparecimento de vários presos políticos.”

Essa informação levou esta repórter a pesquisar os votos de João Grandino Rodas no livro-relatório Direito à Memória e à Verdade. E, de fato, dos pedidos em que ele foi desfavorável, pelo menos 11 acabaram sendo deferidos pela CEMDP. Nesses casos, curiosamente, Rodas votou como o general Oswaldo Pereira Gomesrepresentante das Forças Armadas, e/ou promotor Paulo Gustavo Gonet Branco, representante do Ministério Público Federal.

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RACISMO EXPLÍCITO NO TWITTER. PRECISAMOS DE UMA PUNIÇÃO EXEMPLAR

13 de Dezembro de 2011, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

O PERFIL PODE SER FAKE
MAS O RACISMO É VERDADEIRO
A verdade é que por trás da personagem existe alguém que se presta ao papel de propagar ideias racistas na rede e também é verdade que há uma legião de seguidores prontos a ouvir. Não há motivos para o ministério público não investigar e não há motivo para esse perfil continuar ativo na rede. O Twitter deve ser cobrado e se possível penalizado por permitir essa pratica no Brasil.
Abaixo registramos as mensagens racistas e preconceituosas somente para efeito de arquivo e para que possamos refletir sobre o assunto. É um quadro nefasto que mostra bem o quanto de energia se gasta por nada, quando um Ser humano se move apenas por preconceito e intolerância. E não é coincidência que tais sujeitos sempre têm suas opções politicas no campo da direita, um lugar ermo de inteligencia e humanidade.