ASSISTA AO FILME DOCUMENTÁRIO SOBRE EXERCÍCIOS FÍSICOS RECOMENDADOS NO TRATAMENTO COMPLEMENTAR DA DEPRESSÃO

10 de Maio de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Está matéria completa poderá ser acompanhada no Blog: NÚCLEO DE PSICOLOGIA DO ESPORTE E ATIVIDADE FÍSICA http://exerciciosdependentesquimicosedepress.blogspot.com/

ASSISTA AO FILME DOCUMENTÁRIO DAS ATIVIDADES.

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Programa Complementar no tratamento da Depressão

9 de Maio de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Para maiores Informações clique aqui http://www.cepe.usp.br/pctd.htm



CONTRIBUIÇÕES DO EXERCÍCIO NA PREVENÇÃO DAS QUEDAS:

9 de Maio de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Saiba que o exercício também contribui na prevenção das quedas mediante diferentes os seguintes mecanismos: O fortalecimento dos músculos das pernas e costas. Melhora a velocidade de andar. Manutenção do peso corporal. Incrementa a velocidade. Melhora dos reflexos. Melhora da mobilidade. Melhora a sinergia motora das reações posturais. Diminuição do risco de doença cardiovascular. Matsudo & Matsudo (1999, 2000), reiteram a prescrição de atividade física enquanto fator de prevenção de doença e melhoria da qualidade de vida. FONTE: MATSUDO, V. K. R. Vida ativa para o novo milênio. Revista Oxidologia, p.18-24, set/out,1999.



EXERCÍCIO FÍSICO E DEPRESSÃO

7 de Maio de 2008, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A depressão é um transtorno de humor que engloba uma variedade de distúrbios psicológicos.
Pode ser recorrente ou crônica e até levar a morte.
O Programa de Atividade Física como Complemento ao Tratamento da Depressão oferece atividades físicas para indivíduos que apresentem quadro clínico com episódios depressivos leves e moderados, que estejam tomando medicamentos para depressão.
A prática de exercícios e a intervenção medicamentosa têm sido utilizadas simultaneamente no tratamento da depressão. Evidências científicas indicam não haver riscos adicionais para a saúde quando os exercícios físicos são associados ao tratamento medicamentoso, desde que estes estejam sob supervisão médica apropriada.

EXERCÍCIO FÍSICO E DEPRESSÃO

• Os períodos de aquecimento como os de resfriamento sempre são as diretrizes de segurança adotadas.
• A intensidade leve e moderada são as mais indicadas para reduzir os sintomas depressivos.
• A variabilidade individual no condicionamento e na adaptação sempre dita a progressão da atividade.
• O exercício é uma sub-categoria das atividades físicas de tempo-livre; onde há uma: organização, estruturação e repetição de movimentos corporais.



MEDO DA ÁGUA

6 de Maio de 2008, por Desconhecido - 5858 comentários


VOCÊ TEM MEDO DE QUÊ?
Algumas pessoas perdem a chance de desfrutar dos benefícios da natação por puro pavor da água, mas cursos específicos podem oferecer uma nova chance de superar o problema.
A natação é considerada um dos esportes mais completos que existem. A prática beneficia a respiração, uma vez que os movimentos executados dentro da água tonificam o diafragma - músculo localizado entre o tórax e o abdômen, essencial para respiração -, permitindo uma melhor ventilação pulmonar. Além disso, a atividade queima cerca de 430 calorias a cada hora. Parece perfeito, não? Só que tem gente que não se convence com esses argumentos e prefere se manter longe da piscina ou do mar.
O motivo? Medo da água. "Não se trata necessariamente de ter uma experiência anterior traumática. Mas o medo da água se inicia na infância", explica a educadora de práticas esportivas Eliane Jany Barbanti, professora do Núcleo de Psicologia do Esporte e Atividade Física (Nupsea) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, os motivos pelos qual uma criança pode ter medo ou resistir a entrar na água são muito variados. Entre eles, Eliane cita o fato de a água não ser o meio natural em que o ser humano vive, e, às vezes, a pressão dos próprios pais em fazer o filho nadar o mais cedo possível. "Para a criança a água é um elemento desconhecido", explica. "Ela não sabe se desenvolver nele. Sem mencionar a diferença de temperatura que existe entre a criança e a água. Esse medo do desconhecido pode constituir uma das primeiras barreiras que impedem que a criança se sinta à vontade na água." Quanto à postura dos pais, a educadora aconselha que o ritmo da criança seja respeitado. "Forçá-las a entrar na água só serve para aumentar ainda mais o problema. É certo que algumas resistem num primeiro momento, mas depois a tendência é que elas se sintam bem. Mas, uma vez na água, se a criança continua a não gostar, o melhor é não continuar."

Abordagem correta
O fato de ter tido uma experiência pouco feliz com a água na infância não implica que o problema vá durar para o resto da vida. Cursos de natação pensados especialmente para lidar com alunos que desejam superar o medo oferecem uma nova chance para que o indivíduo possa desfrutar dos benefícios da prática - além de poder se divertir com uma boa piscina ou tomar aquele banho de mar. Algumas unidades do Sesc São Paulo contam com o serviço. "Procuramos mostrar para o aluno que todos os riscos são controláveis e que há segurança nas aulas pela presença do professor, estagiário e salva-vidas", explica Marcos Cardoso Gonçalves, instrutor do Sesc Consolação. "Também aproveitamos o relato de experiências dos alunos mais antigos. Além disso, é possível uma adaptação em piscina mais rasa."
O professor de natação Mauro Miyasaki, do Sesc Santo André, esclarece que a dificuldade de adaptação ao meio líquido é compreensível. Mas, segundo ele, basta a abordagem certa para que o aluno se torne mais um assíduo freqüentador da piscina. "Durante muito tempo o ensino da natação deu ênfase à mecânica dos movimentos dos quatro estilos de nado: crawl, de costas, de peito e borboleta", conta. "Ainda hoje, muitos estabelecimentos de ensino privilegiam esse tipo de abordagem tecnicista, que não leva em consideração as diferenças individuais. Tenho alunos que tentaram aprender em outros cursos, mas se sentiram desmotivados, incapazes de realizar os exercícios. É aí que a pessoa começa a pensar que jamais será capaz de aprender a nadar." O método usado na unidade Santo André, a exemplo das demais, é o de considerar as particularidades do indivíduo e trabalhar o medo antes de "jogar" o aluno na água. "Primeiro converso com a pessoa para tentar descobrir quais foram suas experiências anteriores", diz. "Depois explico que a piscina não é profunda e que dá pé. É preciso trabalhar de forma gradativa, de acordo com a possibilidade de cada um. Assim o aluno vai adquirindo confiança nele mesmo e no professor."
O professor de educação física Darci Scotton, criador do Mergulho terapia®, método que visa a auxiliar pessoas que têm medo ou traumas da água, reitera que a postura do instrutor é fundamental. "O profissional deve ter muito tato, muita habilidade para perceber processos internos do aluno - mentais emocionais e fisiológicos -, só assim poderá trabalhar com quem tem medo ou fobia e montar uma estratégia para lidar com cada caso."

Dicas para perder o medo

Quebrar barreiras na água é um processo que exige o respeito das etapas, e isso deve acontecer de acordo com o tempo de cada um.

Adultos

-A principal dica é ter calma. Vá devagar, especialmente no primeiro contato.
- Não tenha medo de perguntar. Procure saber o tempo todo o que vai ser feito na aula, a segurança é fundamental para que o aluno possa relaxar na água.
- Evite ficar ao lado de pessoas que estejam realizando movimentos bruscos no mar ou na piscina. Isso pode assustar e a intenção é justamente afastar o medo.
- Respeite o seu limite. Se a água na cintura for o ponto máximo a que você pode chegar, relaxe e procure curtir mais esse passo.
Crianças

- A presença do pai ou da mãe na aula ajuda. Aos olhos das crianças, os pais sempre vão significar uma maior proteção.
- Valorize cada pequeno progresso. Se o "aspirante a nadador" for seu filho, faça festa cada vez que o pequeno conseguir dar mais uma braçada.
- Ainda para os menores: explique as sensações que ele pode ter na água. Conte, por exemplo, que ela é mais fria que a temperatura do corpo.
- Atenção, senhores pais: não soltem a criança na água. Mantenham-na nos braços até que ela se sinta mais segura e à vontade.
Consultoria: Eliane Jany Barbanti, professora do Núcleo de Psicologia do Esporte e Atividade Física (Nupsea) da Universidade de São Paulo (USP).