Liberte-se!

17 de Outubro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 No início da década de 60 alguns cientistas realizaram experiências com animais para tentar determinar algo a respeito do instinto de defesa e fuga nos seres humanos. Em uma das experiências, eles eletrificaram a metade direita de uma grande jaula, de modo que um cão preso nela recebesse um choque cada vez que ali pisasse

O cão aprendeu rapidamente a permanecer no lado esquerdo da jaula. Em seguida, a mesma instalação foi passada para o lado esquerdo da jaula e o cão logo reorientou, aprendendo a ficar do lodo sem choques. A partir disso, os cientistas prepararam todo o chão, de modo que, onde quer que o cão estivesse, ele acabaria levando um choque. Inicialmente o animal demonstrou estar confuso e depois entrou em pânico. Finalmente, desistiu e se deitou, aceitando os choques. Depois, a jaula foi aberta. Esperava-se que o cão saísse correndo, mas ele não saiu. Embora pudesse abandonar a jaula quando bem entendesse, ele ficou ali recebendo os choques.
O que quero mostrar através desta experiência é que nós, seres humanos, agimos assim com freqüência. Nos permitimos levar choques, entramos ou permanecemos em situações e/ou relações destrutivas, castradoras, acumulando mágoas e traumas até um ponto que não sabemos mais diferenciar o que faz bem do que não faz. Nos adaptamos as mais diferentes formas de violência, seja física ou emocional. Porém, não podemos permanecer neste estado, perdendo nosso poder de defesa e de luta, deixando de buscar o que acreditamos e valorizamos.
Entramos em relações destrutivas na ânsia de compensar perdas e rejeições anteriores. Sem discernimento, nos deixamos envolver nestas situações porque a princípio parecem nos fazer felizes ou assim queremos acreditar, e não resistimos. Nos deixamos seduzir, mesmo quando algo nos diz para dizer não, talvez muito mais por uma ilusão, idealização ou carência, do que pela própria realidade. Quando realmente conseguimos perceber, já estamos envolvidos com pessoas e situações que nos machucam e nos impedem de crescermos.
Em função da própria carência ou em decorrência da busca de uma vida feliz, há pessoas que se tornam vulneráveis e se deixam envolver com certa facilidade. Se algo ou alguém nos dá a impressão que irá preencher um vazio, nos agarramos sem questionar. Em virtude do cansaço de tanto nos defendermos ou da perda das defesas psicológicas, acabamos por ceder.
Seja em relacionamentos infelizes na vida afetiva, quanto na vida familiar, pessoal, profissional, social, é muito difícil libertar-se da dependência depois que a deixamos instalar. Não é fácil perceber e aceitar que muitas vezes nos tornamos acomodados e dependentes até do que nos faz mal. Importante: não falo aqui da dependência financeira, mas principalmente da emocional. Quando permitimos ser privados de nossa saúde mental e de nossos próprios instintos, não é fácil o caminho de retorno, como o cão que não mais percebe que a porta da jaula eletrificada está aberta. Isto por que a tomada de consciência da dependência é um processo psicológico dolorido, como se o conhecimento das causas doesse mais que o sofrimento.
Quando desvalorizam tudo o que fazemos ou criamos, seja o que for, é como se jogassem no lixo nosso 'eu' mais verdadeiro. Neste caso, a pessoa cai num tipo de indiferença consigo mesma, porque perde o auto-respeito, a confiança e a capacidade de se amar, como se passasse a se punir por ter permitido que o outro rompesse suas barreiras mais caras e ultrapasse os limites da sua individualidade. Nos perdemos não só porque os outros não respeitam nossos limites, vontades e desejos, mas principalmente porque nós próprios não os respeitamos. Mesmo machucados, dilacerados em nossos sentimentos mais íntimos, insistimos em manter a situação. Abaixamos nossa cabeça, calamos nossas vozes, fechamos nossos olhos e acreditamos estar vivendo. Viver? Como viver sem alegria, sem crescimento, sem transformação, afastados de tudo o que nos é importante?
Quando alguém é conduzido pelos valores dos outros por muito tempo, fecha-se num mundo sem cor, deixa-se aniquilar, anular, morrer internamente. As escolhas destrutivas machucam, nos fazem sentir no fundo do poço, mas também podem nos fazer aprender e crescer, desde que estejamos prontos a reconhecer os erros e a reagir. Isto ocorre quando não mais conseguimos suportar, e ao olharmos à nossa volta, questionamos o que fizemos com nossa vida.
Que direito temos de nos destruir ou permitir que o outro o faça? Se a pessoa percebe isso, reúne forças para recolher os pedaços que sobraram, cuidar dos ferimentos e recomeçar a vida. Ela entende que ainda que um episódio represente um desastre, há outros episódios à sua espera, outras oportunidades de acertar, outros caminhos a tomar, apesar do medo que fica como seqüela.
Nosso o eu interior, o self, insiste sempre para que nos salvemos, mesmo quando nos escondemos na perda da vontade de viver. Ainda que por sonhos ou mensagens, ele faz com que nos conscientizemos de nosso valor, para que possamos resgatar a nós próprios. À medida que recuperamos nossos instintos, o self, nossa própria vida, poderemos falar a nossa própria fala, ouvir a nossa própria voz, enxergar com nossos próprios olhos, sem nos deixar cair em armadilhas, ilusões e sofrimentos, mas acreditar que somos capazes de reconstruir e retomar o próprio caminho, abrindo as portas com nossas próprias chaves, para que ninguém nos deixe do lado de fora e nem trancado do lado de dentro.
Quantas vezes você não pediu para abrirem a porta para que você entrasse, mesmo sabendo que seria maltratado? Mas mesmo assim você entrou, talvez por ser a única porta que se abria... Ou quantas vezes você não permaneceu no mesmo lugar que era maltratado, mesmo com as portas abertas?... E lá ficou, mesmo sabendo que este não seria o seu lugar. Afinal, qual é mesmo o seu lugar?

Coluna assinada por: Rosemeire Zago
Psicóloga clínicacom abordagem jungiana.
Desenvolve auto conhecimento e ministra palestras motivacionais.



Olimpíadas Rio- 2016

13 de Outubro de 2009, por Desconhecido - 44 comentários
O Rio de Janeiro é a cidade escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para organizar a primeira edição de uma Olimpíada na América do Sul. Diante desse importante desafio, os cariocas apostam no legado deixado pelo Pan-Americano de 2007, na beleza visual da capital fluminense e na capacidade de organizar grandes eventos, como o Carnaval, para justificar a vitória na decisão contra Chicago (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha). O triunfo, aliás, foi suado. Diante das atrações rivais, como o apoio do presidente americano Barack Obama aos EUA, a infraestrutura apresentada por Tóquio e o apoio exacerbado dos habitantes de Madri, o Rio de Janeiro montou uma “linha de frente” com nomes como o do presidente Lula e de Pelé, o Atleta do Século, e se empenhou em propagar as suas belezas e os planos para organizar os Jogos. Outro argumento do Rio de Janeiro foi o de poder usufruir do legado deixado pelo Pan-Americano de 2007 e o que ficará da Copa do Mundo de 2014. O Brasil, aliás, será o quarto país na história a organizar um Mundial de futebol e uma Olimpíada consecutivamente: os outros foram México (Jogos de 1968 e Copa de 1970), Alemanha (Jogos de 1972 e Copa de 1974) e Estados Unidos (Copa de 1994 e Jogos de 1996). Transporte
O COI já cobrou grande atenção em relação à eficiência do transporte durante os Jogos. Em seu projeto, a cidade promete ampliar a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para 25 milhões de passageiros/ano e oferecer atendimento diferenciado aos turistas. Também está prevista a integração das quatro zonas da capital fluminense às áreas mais importantes da cidade em uma rede, e a intenção dos cariocas é a de oferecer viagens rápidas a torcedores e atletas - metade deles deve alcançar suas respectivas instalações em até 10 minutos e 75% devem gastar menos de 25 minutos. De acordo com o projeto, nenhuma viagem terá mais de 50 minutos durante os Jogos.

O Esporte
O ano de 2016 será especial para todos os esportistas brasileiros. Para os atletas de quatro modalidades principalmente, o gosto da Olimpíada será ainda mais adocicado. As seleções brasileiras de badminton, hóquei sobre grama, rúgbi e golfe participarão pela primeira vez de uma Olimpíada, já que o país-sede tem o direito de competir em todos os esportes. São modalidades em que o Brasil tem pouca tradição e, por isso, ficava ausente dos Jogos.
Para que o sabor de fazer história com o uniforme brasileiro não amargue, até lá, será preciso muito trabalho por parte das confederações.
Que o diga o coordenador técnico da seleção de hóquei de grama Eduardo Leonardo.
"Sou bem criterioso e pensar em 2012 seria fora da realidade, é muito difícil. A Lei Piva nos garante R$ 800 mil por ano para bancar todas as despesas. Mas, uma vez que só contamos com esse patrocínio, as coisas não são fáceis. De qualquer forma, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) tem sido muito importante para nós e vamos para 2016 com perspectivas positivas", conta.
O caso do badminton é parecido.
A confederação conta igualmente com os R$ 800 mil por ano da Lei Piva e nada mais. A diferença é que, segundo o presidente Celso Wolf Junior, 2012 ainda faz parte dos sonhos da entidade graças ao brasileiro Daniel Paiola.
"Nosso objetivo ainda é Londres, apesar de ser um feito difícil. Temos um atleta com chances: o Daniel. Em termos de 2016, vamos aguardar a posição do COB para conversar e planejar. Hoje, nosso patrocínio é mesmo apenas a Piva", afirma o presidente.
Um dos grandes problemas dos esportes é a dificuldade por parte dos atletas de manter a rotina de treinamentos necessária. Afinal, pensar na prática desses esportes como ocupação não é possível. "O badminton é um esporte que exige muito sacrifício. Para conseguir resultados, é preciso treinar de cinco a seis horas por dia. E, para poder dedicar-se dessa maneira, quem é que vai largar tudo?", explica Celso.

Avaliação prévia

Prós
  • Instalações do Pan 2007
  • Investimentos em infraestrutura
  • Apoio popular e governamental
  • O fato da América do Sul nunca ter recebido os Jogos Olímpicos
Contras
  • Sistema de transporte
  • Rede hoteleira
  • Violência
  • Proximidade com a Copa do Mundo de 2014

Fonte: Esportes.Terra.com.br



Vício emotivo – o pedágio para preocupação e ansiedade

7 de Outubro de 2009, por Desconhecido - 33 comentários

Emotional addiction – the toll of worrying and anxiety

Vício emotivo – o pedágio para preocupação e ansiedade

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Emotional addiction – the toll of worrying and anxiety
Dependência emocional - o pedágio para preocupação e ansiedade
De acordo com o Anxiety Disorders Association of America, transtornos de ansiedade afetam 18,1% da população E.U.A., ou aproximadamente 40 milhões de adultos. Eu sou um deles. Embora eu sinta apenas ansiedade leve, posso me relacionar com pessoas que tem medo da experiência. O medo do desconhecido. O medo de mudança. Medo do futuro. Medo e ansiedade é uma parte da vida. A "fuga ou luta resposta" está impressa em nossa química coletiva a fim de que nossa espécie sobreviva. Mas o que costumava ajudar o homem a estar alerta e cuidadoso (principalmente a necessidade de viver num ambiente hostil) é deformado na era moderna. Mesmo que já não exista mais ameaça à nossa volta, continuamos em alerta elevado e os nossos corpos equivocadamente acionam o sistema de alarme interno, quando não há perigo. Experimentamos preocupação persistente, excessiva e irrealista sobre coisas cotidianas. Adentramos preocupações, usando o nosso sistema imunológico e não muda nada. Então, como podemos mudar? Médicos e terapeutas sugerem que identificar compreender e mudar o nosso pensamento errado. Para os adictos, este território é familiar e é a base dos 12 Passos.

As dicas a seguir dizem respeito ao transtorno de ansiedade generalizada, ansiedade ou leve.
Os casos mais graves de ansiedade podem estar relacionados a uma memória inconsciente, a um efeito colateral de um medicamento ou a uma doença e deve ser investigado pelo seu médico.
Sinta-se livre para acrescentar a esta lista, ou comentar sobre o que ajuda a gerir as suas preocupações?
COMO TRATAR ANSIEDADE SUAVE
• Aceitar que você não pode mudar.
• Peça ajuda se você precisar dela.
• Evite estimulantes, como medicamentos de alergia, cafeína, nicotina e descongestionantes.
• Não seja dominado por uma coisa, como o trabalho ou relacionamentos.
• Não se sinta culpado quando você tem que dizer "não" para funções ou tarefas extra.
• Energize o corpo com exercícios regulares.
• Abastecer seu corpo com alimentos saudáveis (evitar açúcares e sais).
• Praticar relaxamento e meditação • Reevaluate and rearrange your priorities
• Reavaliar e reorganizar as suas prioridades
• Programe um tempo para se divertir.
• Dar risadas dissolve a tensão
• Procure ajuda profissional quando você está sobrecarregado
• Mantenha-se em uma programação regular do sono
• Tire alguns minutos de tempo silencioso cada dia.

Tradução: Eliane Jany Barbanti







Benefícios dos exercícios físicos na Saúde

6 de Outubro de 2009, por Desconhecido - 22 comentários

Os principais efeitos benéficos da atividade física e do exercício descritos na literatura são:
Efeitos metabólicos:
  • Aumento do volume sistólico
  • Diminuição da freqüência cardíaca em repouso e no trabalho submáximo
  • Aumento da potência aeróbica (VO2 máx.) 10-30%
  • Aumento da ventilação pulmonar
  • Diminuição da pressão arterial
  • Melhora do perfil lipídico
  • Melhora a sensibilidade a insulina
    Efeitos antropométricos e neuromusculares:
  • Diminuição da gordura corporal
  • Incremento da massa muscular
  • Incremento da força muscular
  • Incremento da densidade óssea
  • Fortalecimento do tecido conetivo
  • Incremento da flexibilidade
    Efeitos psicológicos:
  • Melhora da auto-conceito
  • Melhora da auto-estima
  • Melhora da imagem corporal
  • Diminuição do stress e da ansiedade
  • Melhora da tensão muscular e da insônia
  • Diminuição do consumo de medicamentos
  • Melhora das funções cognitivas e da socialização

Com estes efeitos gerais do exercício tem-se mostrado benefício no controle, tratamento e prevenção de doenças como diabetes, enfermidade cardíaca, hipertensão, arteriosclerose, varizes, enfermidades respiratórias, artrose, artrite, dor crônica. e desordens mentais ou psicológicos.

Fonte: Victor K. R. Matsudo



Sem Título

6 de Outubro de 2009, por Desconhecido - 44 comentários

Auto-disciplina para emagrecer

Auto-disciplina é a habilidade de aderir a ações, pensamentos e comportamentos que resultem em crescimento pessoal.
Uma pessoa sem disciplina pode ter um potencial enorme, mas terá dificuldade de atingir seus objetivos. Quantas pessoas decidem entrar em dieta e acabam engordando mais do que quando começaram? Situações como esta mostram que, sem disciplina, nossas ambições não saem do papel. Os quatro elementos necessários para desenvolver a auto-disciplina são:
1) Motivação;
2) Objetivos;
3) Auto-controle;
4) Persistência.

A motivação é o princípio de tudo e só quando o indivíduo está verdadeiramente motivado é que tem forças para buscar os objetivos sonhados.
Um problema que grande parte das pessoas enfrenta ao tentar encontrar motivação para operar uma mudança em sua vida são os falsos motivadores. Este é o caso, por exemplo, daqueles que decidem emagrecer pressionados por expectativas familiares. Considerando que esta fonte de motivação é externa ao indivíduo, ele dificilmente reunirá forças para atingir o alvo proposto.
“A motivação é o princípio de tudo e só quando o indivíduo está verdadeiramente motivado é que tem forças para buscar os objetivos sonhados”
Ter objetivos claros e precisos é outro ponto fundamental, pois permite que a pessoa direcione os pensamentos, ações e esforços para alcançá-los. Uma estratégia interessante para a definição de objetivos é escrever uma lista com as metas que se quer atingir e enumerar quais atitudes devem ser tomadas para que se chegue lá. Esta estratégia permite que os objetivos tomem forma e aumenta as chances de sua concretização.
O próximo fator a ser observado é o auto-controle e para atingi-lo é necessário que a pessoa não sucumba aos desejos momentâneos. Deve-se aprender a adiar a satisfação instantânea (de comer uma barra de chocolates, por exemplo) e aguardar para obtê-la no futuro (ao vislumbrar um corpo magro).
O último ponto é talvez o mais difícil: a perseverança. Perseverar significa persistir apesar das dificuldades. Winston Churchil certa vez disse, que “o sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo”.
Saber tolerar os erros e ter forças para superá-los é o que nos torna persistentes e, no futuro, vencedores.
Como se percebe, a auto-disciplina é uma característica que pode ser conquistada.
O indivíduo disciplinado atinge seus objetivos com maior facilidade e coloca-se cada vez mais próximo de seus sonhos.
Vale a pena tentar!
Fonte:
Cyber Diet por :
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043Psicóloga clínica,
Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.