A primeira aula tratava da história de comunicação científica até o século 17.

No século 17 ainda não existiam disciplinas: um cientista era chamado de filósofo natural. Disciplinas pressupõe instituições: jornais, departamentos, associações, etc. etc.). A primeira disciplina é Química. No século 18 houve um debate se química era (devia ser) um simples plicação das leis de Newton ou se as explicações teriam que ser feitas em termos de leis próprias. No final do século 18 veio o Lavoissier com uma solução prática: "os elementos básicas da química são o que eu não posso de-compor". Começou trabalhar com esta definição prática e virou o pai da química.

Outras especialidades com as suas instituições surgiram depois (biologia, etc.) com os seus próprios jornais. Jornais científicos
proliferaram também por área geográfica no século 19. Universidades começaram ter um papel mais ativa em pesquisa científica. As novs universidades alemãs eram pioneiros neste sentido (Humboldt), instituindo novas metodologias pedagógicas.

Até então as aulas universitários eram exposições de um especialista pago pelos seus estudantes. A nova metodologia envolvia a leitura prévia de um texto que seria discutido criticamente por um grupo pequeno de estudantes. Finalmente a tecnologia nova que o livro epresenta estava sendo usado em educação! As universidades inventaram também o sistema PhD, onde o estudante não somente mostra onhecimento mas também faz pesquisa.

Com o número de cientistas aumentando e as melhorias da imprensa que baratearam a produção, o número de jornais cresceu. Como conectar tantos cientistas que inclusive estavam espalhadas geograficamente (no interior, por exemplo)? Surgiram novas associações (AAAS, BAAS) que serviam como espécie de sindicatos e cuidaram das interesses dos cientistas contra o rei e o governo. Os líderes destas associações tinham poder, mas os cientistas pelo menos se encontra entre pares.

A quantidade de publicações continua crescer e no final do século 19 surgem as primeiras editoras comerciais. Em princípio, o mercado não era lucrativo mas acharam que entre os autores dos jornais podiam achar autores de livros, o seu negócio principal. Jornais comerciais eram menos conservador do que os jornais dos associações: publicaram pesquisa controversial como frenologia e os resultados de estatísticas não favorável ao governo.

Terceira aula: século 20 e o science citation index