Relações Sociais II (plus meme)

24 de Fevereiro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Este post não era pra ter uma continuação, mas devido aos fatos achei melhor fazer uma parte dois. Pra quem não leu a semi-essencial parte I, podem conferir aqui.

Os amigos de interjeição vão aumentando. Alguns eu só vi uma vez, outros eu esbarro de vez em quando e ainda há outros que vejo com certa freqüência.

O problema é que, devido à rotina, alguns eu encontro praticamente todos os dias. E com esses, inevitavelmente, acabo criando um laço mais forte do que uma simples interjeição. E meu anti-socialismo (não estou falando de política) me faz ficar um pouco preocupado, já que não sou muito bom em conversar.

No começo, para lidar com essas pessoas, é necessário estar bem-informado a respeito do tempo. Os amigos de interjeição viram amigos de clima. É essencial saber se vai chover ou não, se vai fazer calor no fim de semana e coisas desse tipo. Com essas informações é fácil manter uma conversa com os novos amigos.

Depois de falar sobre todas as alterações climáticas dos próximos três meses, o assunto fica meio esgotado [eufemismo mode: off]. Essa fase é complicada pra mim, já que eu não gosto de futebol. Conhecer a tabela do brasileirão nessa etapa é fundamental, além de saber das transferências dos jogadores. Eu não sei nada disso, o que às vezes atrapalha um diálogo agradável. Também não entendo nada de carros, que seria uma alternativa ao futebol.

Não tem outro jeito senão falar da economia, ou de política. O valor do dólar e as alterações na bolsa de valores é a matéria em questão. Também é preciso conhecer os novos projetos de lei, a reforma previdenciária e os novos escândalos do governo. Isso também depende do nível do seu "amigo de notícias". Uma alternativa razoável é falar a respeito da tragédia de Santa Catarina, do caso Lindemberg e de como está caro o feijão.

Isso deve ser tempo suficiente pra descobrir algum interesse comum pra conversar. Daí pode-se conseguir um amigo de verdade.

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Respondendo ao meme que o Dalleck do Farofa à Milanesa me passou pelo MSN. Que consiste em listar as "oito coisas que eu faria um dia antes de morrer". Meio difícil, mas vou tentar
  1. Gastar todo meu dinheiro com coisas inúteis.
  2. Comprar tudo que eu sempre quis (a prazo e sem entrada)
  3. Dizer pra todos o que sempre tive vontade mas nunca coragem
  4. Postar no blog (sério mesmo xD )
  5. Fazer um show com minha banda
  6. Sexo (o estereótipo "vou morrer amanhã" sempre funciona)
  7. Quebrar todas as coisas que comprei
  8. Pedir perdão a Deus por todos os meus pecados (melhor prevenir né?)
[agradecimento aos meus leitores que não me deixam desistir. Vnen still on air  =]



De volta

24 de Fevereiro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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*Este post não tem qualquer relação com o filme "De Volta Para o Futuro". Só coloquei a imagem porque não achei outra melhor para ilustrar o título "De volta".

Ultimamente as coisas estão difíceis. Cada vez tenho mais coisas pra fazer e menos vontade fazê-las. Fico vagando pela internet entre uma ou outra coisa nova que acho. Sinto que está faltando algo...

Então resolvi pensar. Digitar um Ctrl+F no cérebro procurando algo que fizesse sentido. E trancado no quarto sozinho e no escuro [Você quis dizer: dormindo], pensei. "Não tenho sonhos". Talvez fosse isso. Talvez um lucid dream pudesse me ajudar. Pensando pelo lado positivo, também não tenho pesadelos. Na verdade, é muito raro eu ter algum sonho. Não deve ser isso.

"Acho que preciso indexar meu cérebro". Não, isso ia dar muito trabalho e levar muito tempo. Seria muito pior do que implantar a Web Semântica em toda a internet de uma vez só. Sempre trabalhei nessa bagunça (organizada) não é agora que preciso arrumá-la.

"Quem sabe eu preciso de uma namorada". É uma possibilidade. Mas provavelmente não é causa dos meus problemas. E, nesse caso, isso só iria me criar ainda mais problemas. "Melhor esperar e deixar acontecer".

O que pode ser então? O tédio está me matando. "O blog está precisando de posts". Com idéias, mas sem paciência de escrever. "Vou tocar um pouco de guitarra". Não estou afim. "Vou dar uma passada no YouTube". Não sei o que ver lá. "Vou programar". Isso me lembra a escola. "Acho que vou jogar um pouco". Está naquela  parte que eu não consigo passar. Até assistir televisão eu tentei, mas não dá.

Não sei mais o que fazer. Literalmente.

Insight. Só tem um jeito de fazer alguma coisa interessante: "Ficar sem fazer nada". A arte do ócio é desenvolvida desde a antigüidade. Mas não é só isso. Não é só dormir ou ficar parado fazendo nada. Tem que fazer nada direito.

Guardei tudo aquilo que me permitia fazer algo. Aquilo que não guardava, pois sabia que iria usar logo. Coloquei a guitarra e a pedaleira em suas respectivas bags, de um jeito que teria preguiça de tirar porque saberia que teria que guardar de novo (e assim por diante). Coloquei todos os CDs em suas caixas e os organizei alfabeticamente. Tirei, enrolei e amarrei todos os cabos do computador, enrolei e amarrei. Pus o notebook na caixa, com isopor. Peguei uma caixa e coloquei todos os livros e mangás, para que não ficassem à vista. Deletei todos os jogos do celular.

Estava pronto. Apesar do aperto no coração, sabia que era para meu bem.

A primeira coisa importante de se fazer quando se quer ficar sem fazer nada é comer. Mas não uma refeição completa e nutritiva. Algo que faça você sentir fome logo. Algo que apenas "Tape o buraco do dente". Não precisa ser pouco, só não pode te sustentar.

Depois, é essencial dormir. Há a necessidade de estar bem descansado. Afinal, não se pode cair no sono enquanto faz algo tão importante: nada. O sonho, nessa hora, é opcional, mas no meu caso com certeza não vou sonhar.

Descansado e limpo (tomar banho está implícito nessa coisa toda), posso finalmente iniciar minha sessão de "nadismo" (esse nome é ridículo, não vou repeti-lo).

Daí pra frente, tudo é absolutamente boring. Essa é intenção. Um dia descanso de todas as coisas. Não sei quantas voltas dei pela casa. Nem quantas vezes abri a geladeira (não que eu estivesse sempre com fome, mas só pelo instinto). E a abstinência faz você superestimar tudo que não faz há tempos.

Me cansei. Estava sozinho em casa, então apaguei as luzes, TV desligada, sentei no sofá e respirei fundo. Estava ainda com os olhos abertos, observando coisas que eu nunca tinha reparado antes (sim, no escuro). Parecia que tinha ficado louco, mas isso sempre fui, então está tudo bem.

No fim da tarde, fiquei no quintal e vi o sol se pôr. Na verdade, só vi tudo escurecer, porque não da pra ver o sol daqui, as casas o escondem. Voltei pra dentro e acendi a luz que ilumina o tal quintal. Cheguei ao extremo e arrumei o meu quarto.

Ao fim do dia, o mundo me parecia diferente. E estava louco para checar o Twitter. Mas sou forte e resisti à tentação. Antes que estragasse tudo, ajustei o despertador e fui dormir. "Amanhã tenho que trabalhar".

Não queria quebrar meu "jejum" com o trabalho e assim que acordei (antes até de tomar café) baixei um jogo qualquer no celular, pra ficar jogando no caminho. E no trabalho há computadores, vocês já devem imaginar o que isso significa. Mas ainda não eram minhas coisas. Tudo bem, o celular é meu, mas o jogo (que já apaguei, aliás) não é daqueles com os quais estou acostumado. Não via a hora de chegar em casa.

E essa hora chegou. Liguei o modem e observei meu roteador conectando (só os LEDs, claro). Cuidadosamente, desenrolei os cabos do computador e os conectei. Peguei o notebook e o liguei à tomada. Arrumei minha guitarra e pedaleira numa posição confortável (=próximo do computador). Pressionei cuidadosamente o botão do PC. Assisti o boot, saboreando cada informação sobre os HDs, memória, CPU, etc. Digitei minha senha e esperei todos os programas carregarem. Com a guitarra no colo, dedilhei cada uma de suas cordas. Depois de esperar o som parar completamente, mandei um "Sweet Child O' Mine" (ou pelo menos uma parte). Olhei pro monitor, posicionei minha mão sobre o mouse e comecei a clicar. Leitor de feeds, MSN, Twitter, Orkut, Hi5, Livemocha. Ikwa... As redes sociais iam surgindo sem fim... YouTube, Blip.fm... Cada clique ressoava no ouvido. Visual Studio, NetBeans, Eclipse... os IDEs me mostravam os projetos em andamento.

Babando por cada update, minha vontade retornava. Percebi qual o real sentido de tudo isso. Não , na verdade ainda não tem sentido, mas realmente gosto de tudo. Antes achava que não sentiria falta, agora acho que não viveria sem.

Sem levantar da cadeira e ainda com a guitarra no colo, vos escrevo. Uma experiência única, que foi útil pra mim, mas não desejo a ninguém. Dêem valor ao que têm (conselho manjado).

E finalmente estou de volta.

[[exagerado em fatos reais]]



Mais uma compra de natal

24 de Fevereiro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Meu DVD player está pifando então decidi (leia-se: minha mãe me pediu (leia-se: obrigou)) comprar um novo. Antes que minha mãe me esfolasse vivo perdesse a vontade, já fui na loja assim que saí do trabalho.

Tenho a vantagem de sair cedo do trabalho, assim cheguei no shopping para olhar o melhor/mais barato, antes que os compradores efusivos tomassem conta do lugar. Só pra constar, eu não sou um comprador efusivo.

Olhando rápido antes que algum vendedor me distraísse com ofertas e promoções, achei o que estava procurando: um DVD player. Simples, não um home theater, nem karaokê. Algo em que eu ponha um filme em DVD e ele reproduza na TV. E só. De uma marca boa e com preço acessível.

Agora não tinha jeito, somente um olhar para o lado foi suficiente para atrair um vendedor.

- Em que posso ajudá-lo? - essa pegunta capciosa faz com que ele possa iniciar o ataque de forma sutil.

- Sim, eu quero comprar esse DVD. - percebam que nesse momento eu aponto para o aparelho em questão.

- Nós temos modelos com karaokê. Com microfone incluso. Venha dar uma olhada...

- Não, o senhor não entendeu, eu disse que quero esse aqui, sem karaokê mesmo.

- Claro. O senhor já viu os home theaters? Os preços estão acessíveis e...

- Não, eu não vi os home theaters porque eu não quero um home theater, só um aparelho de DVD, nada mais.

- Que tal esse daqui? Está mais barato. Tem karaokê, já vem com os microfones e ainda com essa caixa de som, caso não queira ouvir pela TV...

- Hmm... - fingi que estava analisando a proposta - Não. Eu quero aquele lá mesmo. Não me importo de ouvir pela TV. E sei que é de uma marca confiável.

- Mas esse está mais barato. Fechamos um acordo com o fabricante e adquirimos em grande quantidade...

- Não importa. Só quero uma unidade. E daquela marca e modelo.

- Que tal esse...

- Não.

- Ou...

- Não - dar tempo para ele falar, nesse momento, é arriscado.

- Ok. Então você quer esse aqui?

- Sim. É isso que venho tentando lhe dizer desde o começo.

- Certo. Nós fazemos em até 12 vezes...

- Vou pagar à vista.

- Mas nossas condições de pagamento..

- Disse que vou pagar à vista.

- Se o senhor fizer o cartão da loja, podemos...

- Não, eu já tenho cartão, não preciso de outro.

- Tudo bem, no cartão de crédito parcelamos sem juros em até....

- Não importa, porque vou pagar à vista.

- Ok. - daí ele digita qualquer coisa naquele sistema maluco comum em lojas. - O caixa é ali. É só retirar no guichê pacote, ao lado.

Finalmente livre do vendedor, paguei, peguei e fui. E espero não ter que comprar tão cedo (na próxima compro pela internet).



Em busca do fusível perdido

24 de Fevereiro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Hoje minha irmã fez o favor de ligar o ferro de passar no filtro de linha que uso para ligar o computador (e o modem e o roteador wireless). Advinha o que acontece quando passa uma corrente elétrica de dez àmperes em um fusível de cinco àmperes. Sim, ele queima.

O reserva já tinho ido pro saco (de lixo) quando se espatifou só de eu pegar para ver se estava inteiro (e depois eu vi que o filtro estava fora da tomada ¬¬' ). E sabia que não havia fusível em casa que não estivesse em uso. Então, ou eu saía pra comprar um, ou ficaria sem internet. Como a segunda opção é totalmente inviável, fui tomar sol nesse calor infernal que está fazendo hoje.

Só havia um único problema: não tinha a menor ideia de onde comprar um fusível.

Pensei em ir num depósito de material de construção aqui perto de casa, mas tinha certeza que não teria lá. Perguntar não custa nada, então resolvi dar uma passada por lá. Obviamente não tinham mesmo. "Lá vou eu dar uma volta pelo centro do bairro", pensei.

Não é longe, mas ainda não tinha ideia exata de onde ir. "Talvez uma loja de eletrônica...". A loja mais próxima que eu conhecia ficava longe demais para minha coragem. Fiz uma busca no cérebro, porém minha memória não tem nenhuma associação de lojas com a palavra "fusível". A única coisa que me veio à mente foi "Santa Efigênia" que fica milhões de vezes mais longe que a loja de que lembrava.

Não tinha jeito, teria que dar umas voltas por aqui e achar algum lugar que vendesse um simples fusível.

Andei e andei e andei. Estava difícil. Se estivesse procurando por roupas, calçados, óculos, móveis, cadernos ou bancos, não teria nenhuma dificuldade. Passei inclusive por duas lojas de instrumentos musicais, algo não muito comum. E nada de um lugar que vendesse fusíveis.

Lembrei de um depósito grande que tem por aqui, lá deveria ter o que procurava. Provalmente tem, mas naquele momento estava fechado. "Hell!", pensei.

Achei que teria que ir no bairro vizinho, que possui uma "zona" comercial maior, embora seja provavelmente, em sua maioria, lojas de roupas. Mas no caminho talvez encontrasse algum lugar (inclusive aquela loja de eletrônica). Só que em São Paulo, o bairro vizinho fica longe, ainda mais para um pobre pedestre como eu (e num calor escaldante).

Olhando cautelosamente para os pontos de comércio ao lado, e também para a frente para não esbarrar em ninguém e em nada, encontrei uma assistência técnica. "Por que não pensei nisso antes?", na verdade eu sabia a resposta, mas deixa pra lá. Quando me aproximei percebi que eles consertavam ferramentas elétricas e já pressenti que não teriam o bendito fusível. E acertei.

Pesquisei no cérebro novamente, agora por "assistência técnica" e encontrei uns dois ou três resultados. Dei meia volta e segui para onde acreditava haver lojas desse tipo.

A preguiça, e a sede, estavam me atacando e por um momento pensei em desistir. Mas como voltaria pra casa e encararia meus familiares sem conquistar meu objetivo? Ainda mais agora com essa nova pista? Na verdade só pensava na minha internet.

No primeiro lugar em que pensei, estava errado. Havia uma loja de informática e acreditei erroneamente que eles poderiam ter o que prourava. Antes de sair, quase na porta, o atentendente me disse: "no ****" (sem propaganda gratuita), estava se referindo àquele depósito que já sabia estar fechado. Fingi que não escutei.

Segunda opção. Pensei que havia assistência técnica lá. Na verdade, houve. Agora não tinha nada parecido. 

Dei uma volta por ali, pois não lembrava exatamente onde ficava a terceira. E lá vou eu de novo andando por uma avenida, mas agora para o sentido contrário. Andando e observando por um certo tempo, encontrei um assistência técnica de televisores. Isso eu sabia que tinha fusível, pois já troquei de um aqui de casa.

Atravessei a rua. Tinha um homem sentado à porta, mas quando eu entrei não pareceu se importar. "Ou é um péssimo atendente ou simplesmente não trabalha aqui". Felizmente (para ele) era a segunda opção. Porém não havia ninguém lá para atender, pensei que poderia estar nos fundos da pequena loja. Pisei ruidosamente, tossi e bati, não com muita força, no balcão de madeira. A voz não é meu forte. Passou um tempo e um senhor veio me atender.

"Pois não?", ele disse. Mostrei o pequeno container de vidro com um fio rompido dentro e pergunte se ele tinha um desses. Ele colocou os óculos pendurados no pescoço e observou friamente o dispositivo. "5 àmperes", ele disse, me devolveu o bendito e foi em direção ao outro lado do balcão. Abriu uma gaveta com diversos compartimentos. Minha ansiedade já estava me matando. Ele pegou um e observou com a mesma frieza. Pegou outro e parecia comparar. Então ele deixou sobre o balcão e finalmente pronunciou: "cinquenta centavos". "Eu quero dois", pois sabia que era melhor ter um reserva, não queria ter de voltar lá tão cedo.

Ele me alertou que era um dispositivo de proteção e que se queimasse novamente eu teria que olhar o problema. Assenti, mas não falei nada, pois sabia que o problema era minha irmã e ela já deve ter aprendido que ferro de passar e filtro de linha não combinam. Além disso, não queria muita conversa e estava ansioso para voltar. Me parecia que o senhor da loja não iria se importar.

Finalmente voltei pra casa, triunfante. Bebi alguns litros d'água, peguei a chave de fenda e inseri os fusíveis (já tem um espaço para o reserva) no filtro de linha e o liguei. Coloquei uma roupa mais confortável (embora desse vontade de ficar sem roupa, por causa desse calorzão todo), sentei na cama e comecei a escrever este post.



Sexta-feira 13

24 de Fevereiro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Na verdade, não ligo se hoje é sexta-feira 13. Eu não tenho superstições, elas dão azar.

Este post é só pra encher linguiça (sem trema). Eu poderia disfarçar e dizer que o conteúdo é realmente importante e interessante, mas não vou enganar meus (poucos, porém queridos) leitores. Poderia responder ao meme que a Juliana me passou, mas não estou com inspiração nem pra isso. Talvez em um futuro próximo (eu disse "talvez"). Me resta então, na incapacidade de criar, apenas copiar.

Hoje o dia é especial não só para os fãs do filme de terror, mas também para os geeks (como eu).

Às 21:31 (horário Brasília e de verão) de hoje, foi quando o timestamp do Unix atingiu o valor único de 1234567890. O que isso significa? Que se passaram 1234567890 segundos desde 01/01/1970 (ignorando os segundos bissextos). O que não é nada de especial, só mais um motivo pros nerds de plantão fazerem mais uma festa e interagirem socialmente (se bem que depois dos desastres na Campus Party, não sei se isso é bom).

Esse timestamp (que é padronizado pelo POSIX) expira em 19 de janeiro de 2038, num sistema de 32bits. Após essa data, o valor se torna negativo, trazendo muitos problemas. Algo como o bug do milênio.  E alguns podem acreditar que este será o fim do mundo, mas não viverão para ver, já que o mundo acabará em 2012, como já previram os Maias.

Este foi mais um post filler.