DATA

AULA / SEMINÁRIO

13.set

1. Apresentação do Curso

 27. set

2. A Ilustração e o Mundo Ilustrado

Lucien Goldmann. La Burguesía Cristiana y La Ilustración. In: Idem. La Ilustración y La Sociedad Actual. Tradução de Julieta Fombona. Caracas: Monte Ávila, 1968, pp. 9-68.

Jonathan Israel. O progresso e as duas maneiras conflitantes do Iluminismo para melhorar o mundo. In: Idem. A Revolução das Luzes: o Iluminismo Radical e as origens intelectuais da democracia moderna. Tradução de Daniel Moreira Miranda. São Paulo: EDIPRO, 2013, pp. 15-43.

Leituras complementares:

Emília Viotti da Costa. A Invenção do Iluminismo. In: Osvaldo Coggiola (org.) A Revolução Francesa e seu Impacto na América Latina. São Paulo: Nova Stella; EDUSP; Brasília: CNPq, 1990, pp. 31-45.

Miguel Baptista Pereira. Iluminismo e secularização. Revista de História das Ideias: O Marquês de Pombal e o seu tempo. 2 tomos. Coimbra: Universidade de Coimbra, vol. 4, tomo 2, pp. 439-500, 1982-1983.

Margaret Jacob. Spinoza got it. Review of A Revolution of the Mind: Radical Enlightenment and the Intellectual Origins of Modern Democracy, by Jonathan Israel. London Review of Books 34 no. 21 (2012): 26-27, https://www.lrb.co.uk/v34/n21/margaret-jacob/spinoza-got-it. 

 

 04. out 

3. As Luzes na Península Ibérica

Francisco José Calazans Falcon. A Problemática Ibérica. In: Idem. A Época Pombalina: política econômica e monarquia ilustrada. São Paulo: Ática, 1993, 2ª edição (1ª edição, 1982), pp. 149-212.

Ana Cristina Araújo. A Cultura das Luzes em Portugal. Temas e Problemas. Lisboa: Livros Horizonte, 2003, p. 9-50 (Introdução & Modernidade Cultural e Mentalidade Barroca).

  11. out

4. Estrangeiros e Estrangeirados: velhas e novas interpretações

António Sérgio. O Reino Cadaveroso ou o problema da cultura em Portugal. In: Idem. Ensaios. 8 tomos. Lisboa: Sá da Costa, 1971-1975, tomo 2, pp. 25-61.

Tiago C. P. dos Reis Miranda. 'Estrangeirados’. A questão do isolacionismo português nos séculos XVII e XVIII. Revista de História. São Paulo: USP, n. 123-124, pp. 35-70, ago/jul, 1990/1991.

 

 18. out 

5. Reformismo Ilustrado: mudança e preservação

Jorge Borges de Macedo. Prefácio da terceira edição; Prefácio da segunda edição; Prefácio da primeira edição; Cap. 4; e Cap. 5. In: Idem. A Situação Econômica no Tempo de Pombal, Alguns Aspectos. Lisboa: Gradiva, 1989, 3ª edição (1ª edição, 1951).

Kenneth Maxwell. Idéias e Imagens; O Legado. In: Idem. Marquês de Pombal: paradoxo do iluminismo. Tradução de Antônio de Pádua Danesi. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996 (1ª edição inglesa, 1995), pp. 1-35, e pp. 159-177.

 25. out 

6. Sob o Signo de Pombal: o homem-causa

João Lúcio de Azevedo. O Novo Reinado; A Corte e as Facções. In: Idem. O Marquês de Pombal e sua Época. Rio de Janeiro: Anuário do Brasil; Lisboa: Seara Nova; Porto: Renascença Portuguesa, 1922, 2ª edição com emendas (1ª edição, 1909), pp. 87-140.

Charles Ralph Boxer. A Ditadura Pombalina e suas Conseqüências (1755-1825). In: Idem. O Império Marítimo Português, 1415-1825. Tradução de Anna Olga de Barros Barreto. São Paulo: Companhia das Letras, 2002 (1ª edição inglesa, 1969), pp. 190-215. 

 01. nov 

7. Sob o Signo de Pombal: o homem em seu tempo

Joaquim Romero Magalhães. Sebastião José de Carvalho e Melo e a Economia do Brasil. In: Idem. Labirintos Brasileiros. São Paulo: Alameda, 2001, pp. 173-198.

Nuno Gonçalo Monteiro. D. José: na sombra do valido; D. José e Pombal: o rei, a monarquia e o valido. In: Idem. D. José: na sombra de Pombal. Lisboa: Temas & Debates, 2008, 2ª edição revista e ampliada (1ª edição, 2006), pp. 263-309.

 

 08. nov 

8. Colônia e Exploração Colonial: conceitos e práticas

Fernando A. Novais. Colonização e Sistema Colonial: discussão de conceitos e perspectiva histórica. In: Idem. Aproximações: ensaios de história e historiografia. São Paulo: Cosac Naify, 2005, pp. 23-43.

Catarina Madeira Santos. Colonizar: ideologia e conjunturas. In: Idem. Um Governo ‘Polido’ para Angola. Reconfigurar dispositivos de domínio (1750-c.1800). Lisboa/Paris: FCSH/EHESS, 2005, tese de doutorado, pp. 24-66.

 15. nov 

 Feriado 

  22. nov

9. Deveres e Haveres: a contabilidade do reino e do ultramar

Jorge M. Pedreira. Custos e Tendências Financeiras do Império Português, 1415-1822. In: Francisco Bethencourt & Diogo Ramada Curto (dir.). A Expansão Marítima Portuguesa, 1400-1800. Lisboa: Edições 70, 2010 (1ª edição inglesa, 2007), pp. 53-91.

Fernando Tomaz. As finanças do Estado pombalino, 1762-1776. In: Estudos e Ensaios em homenagem a Vitorino Magalhães Godinho. Lisboa: Sá da Costa, 1988, pp. 355-388.

 

  29. nov

10. A Crise do Século XVIII: diferentes evidências e variadas interpretações

Maximiliano M. Menz. Reflexões sobre duas crises econômicas no Império Português (1688 e 1770). Varia História, vol. 29, n. 49, pp. 35-54, 2013.

Leonor Freire Costa. Relações Econômicas com o Exterior. In: Pedro Lains & Álvaro Ferreira da Silva (org.) História Económica de Portugal, 1700-2000. 3 vols. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2010, 3ª. edição (1ª. edição, 2005), vol. 1 - o século XVIII, pp. 263-298.

Leitura Complementar:

Pablo Oller Mont Serrath. Crise geral e política manufatureira em Portugal na segunda metade do século XVIII: novos indícios e questionamentos. Saeculum (UFPB), v. 29, p. 75-96, 2013.

 06. dez 

11. Industrialismo português e comércio colonial: o novo padrão de colonização;

12. Encerramento do Curso

António José da Silva Moreira. Desenvolvimento Industrial e Atraso Tecnológico em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII. In: Maria Helena Carvalho dos Santos (org.). Pombal Revisitado. 2 vols. Lisboa: Editorial Estampa, 1984, vol. 2, pp. 11-57.

José Jobson de Andrade Arruda. Decadência ou Crise do Império Luso-brasileiro: o novo padrão de colonização do século XVIII. Revista USP, São Paulo, n. 46, pp. 66-78, junho/agosto 2000.