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"O til. O tom. O Tao." (M. Mendes)

Heloisa Schiavo

“Quando muito moço, eu me sentia como uma personagem que tinha entrado por engano numa peça a cujo elenco não pertencia. Eu me movia num palco estranho sem ter idéia do meu papel, e tudo a meu redor parecia impreciso, absurdo e relativo. Um dia, mais velho, decidi olhar a morte cara a cara ou, melhor, cara a caveira, e daí por diante passei a me sentir uma pessoa, um indivíduo real, concreto, pertinente, e até cheguei a pensar com saudável petulância: se a morte é a única coisa absoluta da vida, por que não hei de fazer da minha existência também um fato absoluto?” (trecho da uma conversa de pe. Pedro-Paulo com Martim Francisco. "Incidente em Antares", de Erico Verissimo).
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TagsTolstói; pacifismo; paz; literatura russa