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Nicolas Barbosa V Martins Basilio

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    Nicolas Barbosa V Martins Basilio

    Rubro sonho de quem ama, Qual a flor chama meu nome? Esta foice que controla? ou o machado que me prende? Carne e sangue por meu sonho De igualdade dessa gente. Fecho os olhos e não vejo Os espinhos dessa rosa Penetrarem carne quente Eis que o som da igualdade Não tem cor, nem flor É gente que batalha Pelo bem do diferente. Amor que é de verdade É suave e não mente E permite a liberdade: todos sermos diferentes. Nicolas Basilio Fiz do mundo ilusão Quis mostrar minha razão Tranquei-me em mim Vesti-me assim Fui de luto pela rua alva hipocrisia Troquei face pela sua não quis anistia Escondi-me em fantasias Amarga duçura No diverso me sentia Estando em loucura Eis que da doce amargura Camuflei-me trás do espelho Vi um rosto Não vi face Do desgosto Um disfarce Nicolas Basilio ---------------------------- Letras caíram dos versos em pele de mulher; Fluxos de mel verteram vindos de seus olhos; Translúcida verdade Refletiu-se por seu rosto. A poesia feita vida Resplandece a luz do dia, Faz o homem radiar, Encontrando sua alegria. E o menino, a namorar, Mesmo velho, fantasia, Esses lábios a beijar, Como fosse aquele dia. O poeta, aquele homem, Faz questão de indagar: Valeu a pena toda vida? Sim, mesmo que pequena a alma Faz-se grande quando vivida. Nicolas Basilio ----------------- Achando pouco sorriso de bobeira Vi em grande sonho promessa de futuro Felicidade escrevi em alto muro Só alcançável nas alturas certeiras Fiz tantos planos na espera desse dia Que do presente fiz escada pro futuro A pouca graça do dia-a-dia certamente Não alcançava toda glória lá no muro Não fiz balão, não soltei pião Não namorei, nem descasei O grande plano mereceu dedicação Mas de repente, eu não sei Súbito, temida hora arrebatou-me Levou embora sonhos de que sou Pronta a mala, a derradeira Rasgou o sonho por que esperei Felicidade nunca encontrei Pois dispensei pouca roseira. Nicolas Basilio Há então realidade Além da qual vejo? Sim,os olhos enganam! Também por instantes, Toda a parafernália insana Arrebata sonhos e vidas. E é preciso mais que séculos Para se compreender o simples: A vida se integra num só E parte diante de todos Unindo,renovando,sacrificando O que nosso olhos Ainda não vêem. Toma-me os medos alheios E já os derrubo longe Porque nem dos meus Nada posso carregar. Priscila Gimenez
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